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Pais contratam capangas para espancar e estuprar filho gay

Villagers carry Dynul Ali, who fainted, while describing to lawmakers how his 13-year-old son Akram Ali was killed in ethnic violence, at a relief camp at Bijni in Chirang District, Assam, India, Thursday, July 26, 2012. Indian authorities rushed more troops to the remote northeastern state Assam on Thursday to quell ethnic violence that has killed dozens over the past week and left villagers frightened to return to the remnants of their homes. (AP Photo/Anupam Nath)

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Manaus – Há poucos dias, a gente ficou completamente estarrecido com o caso de homofobia que aconteceu em Cravinhos, no interior de São Paulo, quando uma mãe matou o próprio filho gay a facadas. Segundo investigação policial, ela não aceitava a orientação sexual do garoto de 16 anos.

Agora, é o caso de um jovem de 20 anos, morador de Calcutá, na Índia, que foi submetido a sessões de tortura e estupro coletivo após assumir sua homossexualidade para os seus pais, que está ganhando as manchetes do mundo.

Segundo a imprensa internacional, Sanjoy (nome fictício) foi levado a um médico para ser “tratado” quando sua família soube de sua orientação sexual. Assim que o médico disse que o rapaz era absolutamente normal, os pais decidiram contratar alguns capangas para um “tratamento de estupro corretivo”, que incluiu espancamento e tortura mental.

Sanjoy sobreviveu aos ataques e conseguiu finalmente se livrar dos pais. Ele contratou um advogado e conseguiu uma medida restritiva contra os dois.

“A violência contra a comunidade LGBT é extremamente comum na Índia”, disse Koninika Roy, presidente do The Humsafar Trust, ONG que trabalha pelos direitos LGBTs no país. “A seção 377 do Código Penal indiano e o fato de que o comportamento do mesmo sexo é criminalizado no país significa que os LGBTs não podem viver livremente”.

Atualmente, o Sanjoy enfrenta uma batalha na Justiça contra as pessoas que lhe deram e quase tiraram sua vida. Ele mora com o namorado e família do companheiro, que sempre aceitou o relacionamento.

Expressoam:

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