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Home Justiça

Urgente: TCE bloqueia contas do Governo do Amazonas

Expressoam Por Expressoam
8 de maio de 2017
no Justiça, Manaus, Política
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Manaus – Relator responsável pelas contas do terceiro ano de administração do governador José Melo, referente ao ano de 2017, o conselheiro Júlio Pinheiro, decidiu, monocraticamente, no início da noite desta segunda-feira (8), bloquear as contas do governo do Estado em virtude de vultosas operações financeiras incomuns, sem motivo declarado, realizadas nos últimos quatro dias, que ultrapassam o montante de R$ 238 milhões. Leia aqui o despacho na íntegra. 

O bloqueio, feito para evitar um dano irreparável aos cofres públicos, atende a uma representação assinada pelo procurador-oficiante das contas do governo, procurador-geral Carlos Alberto de Almeida, e pelo procurador de contas Ruy Marcelo Alencar de Mendonça. Todas as agências que mantém saldos do Executivo estadual, entre elas o Banco Central, começaram a ser notificadas já nesta segunda-feira da decisão. Caso as agências não cumpram a medida, elas irão responder criminalmente.

O governador José Melo, a Secretaria de Estado da Fazenda (Sefaz) e demais pastas da administração direta e indireta, incluindo a Amazonprev, também já foram comunicados, assim como o futuro governador interino, deputado David Almeida, que já tomou conhecimento do despacho, para que tome as medidas cabíveis assim que assumir o cargo.

“A medida foi tomada para resguardar os cofres públicos e, sobretudo, os pagamentos dos proventos dos servidores e dos aposentados”, comentou o procurador Carlos Alberto de Almeida. Para técnicos do TCE, os valores extraídos das contas estavam reservados para pagar parte do 13º salário e ainda para o pagamento de aposentados.

Em seu despacho, o conselheiro-relator Júlio Pinheiro determinou que os técnicos da Comissão das Contas do Governo (Congov) do TCE façam o monitoramento diário  da movimentação financeira durante o período de transição, servindo-se do sistema de Administração Financeira Integrada (AFI) e de inspeções junto à Sefaz, para monitoramento integral em tempo real da movimentação financeira, com orientação de comunicação imediata ao Ministério Público de Contas.

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Foi por meio do sistema AFI que foram confirmadas os grandes volumes de pagamentos bancários efetuados entre os dias 4 e 8 de maio. “Atendemos uma solicitação do MPC, demonstrando a possibilidade de graves danos ao erário. Nós decidimos acatar de forma cautelar a sugestão do Ministério Público, para que tenhamos bastante transparência. Nossa obrigação é preservar para que o recurso público seja bem aplicado”, afirmou o conselheiro Júlio Pinheiro.

“Segundo informações que vieram até mim dos gastos do montante de mais de 200 milhões, nós decidimos, de forma cautelar, acatar a sugestão do Ministério Público para que possamos ter absoluta transparência na gestão e na aplicação dos recursos públicos”, acrescentou o relator.

Conforme a decisão, estão suspensos imediatamente todo e qualquer liberação de pagamento, compensação e movimentação financeira e bancária do Estado, que não seja de despesa com pessoal, benefícios previdenciários, de manutenção essencial e inadiável à continuidade dos serviços públicos (água, luz, telefone), em conformidade com parecer dos analistas da Congov, sob pena de ter as contas reprovadas pelo colegiado.

O MPC-AM solicitou ainda em sua representação que o TCE apure e defina responsabilidades aos agentes envolvidos em possíveis atitudes temerárias e ilícitas, sem prejuízo ao envio de cópia da Representação aos Ministérios Públicos Federal (MPF) e do Estado (MPE),  as Controladorias Gerais da União (CGU) e do Estado (CGE)  e à Assembléia Legislativa do Estado (ALE-AM), o que foi atendido.

Com informações Portal Acrítica.

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