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Revelada a identidade de professor de jiu-jitsu que e$tupr0u aluna de 14 anos em Manaus

A prisão ocorreu dentro do próprio centro de treinamento, no bairro Nova Esperança, Zona Oeste de Manaus. Foto: Reprodução

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MANAUS (AM) – Diego Marinho, de 33 anos, foi identificado como o professor de jiu-jítsu que teve a prisão preventiva decretada nesta segunda-feira (20) pelo crime de estupro. A prisão ocorreu dentro do próprio centro de treinamento, no bairro Nova Esperança, Zona Oeste de Manaus. A acusação que pesa contra ele é o estupro de uma aluna de apenas 14 anos, crime que permaneceu silenciado por meses.

As investigações da Delegacia Especializada em Proteção à Criança e ao Adolescente (Depca) reconstituíram uma trama de abuso e confiança traída. No final de 2025, Diego dirigiu-se à residência da adolescente com a desculpa de contratar os serviços de tatuagem do pai da menina.

Valendo-se da proximidade com a família e da credibilidade que sua posição de instrutor lhe conferia, ele foi informado de que o pai não estava em casa e afirmou que aguardaria sua chegada. Uma vez dentro do imóvel, ao perceber que a jovem estava completamente desamparada, consumou a violência sexual.

“Por conta do medo de possíveis retaliações, a jovem escondeu a agressão por meses. Ela era uma menina de apenas 14 anos, aluna desse professor, e ficou apavorada com a ideia de contar ao pai, temendo a reação dele. Desabafou com uma amiga, com receio de uma tragédia ou da prisão do próprio pai caso ele fizesse justiça com as próprias mãos”, revelou o delegado Jeferson Vicente, da Depca.

O peso do segredo só foi rompido quando a adolescente, aterrorizada com a possibilidade de sofrer novas investidas do agressor, enviou uma mensagem de texto à irmã, suplicando ajuda para revelar tudo ao pai. A família inteira se mobilizou.

“Ao tomar conhecimento do abuso, o pai da vítima reuniu a família e compareceu à sede da Depca para registrar a denúncia formal. Imediatamente iniciamos as investigações e solicitamos a prisão”, detalhou o delegado.

Agora, Diego Marinho está sob custódia, à disposição da Justiça, enquanto as autoridades seguem apurando se há outras vítimas.

 

Redação:

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