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Home Política

Quebra-pau entre senadores faz Lewandowski interromper julgamento

Expressoam Por Expressoam
25 de agosto de 2016
no Política
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Brasília – O primeiro momento de maior tensão hoje (25) no julgamento do processo de impeachment, no Senado, contra a presidenta afastada Dilma Rousseff levou o presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), ministro Ricardo Lewandowski, a suspender a sessão por alguns minutos para tentar restabelecer a ordem. A confusão começou quando a senadora Gleisi Hoffman (PT-PR) afirmou que nenhum senador tem condições morais para julgar o afastamento permanente de Dilma.

“Aqui não tem ninguém com condições para julgar ninguém. Qual a moral do Senado para julgar uma presidente da República?”, disse, visivelmente exaltada. A declaração foi interrompida pela manifestação indignada de outros senadores longe do microfone, entre eles, Ronaldo Caiado (DEM-GO), a quem Gleisi respondeu acusando: “o senhor é do trabalho escravo”, disse ao microfone.

Gleisi rebatia o senador Magno Malta (PR- ES), a quem coube colocar o contraponto a uma das questões de ordem apresentadas por aliados de Dilma que afirmaram que o impeachment é defendido para blindar o presidente interino, Michel Temer, e alguns integrantes de seu governo citados em delações da Lava Jato.

Lata e lixo

“É o sujo falando do mal lavado. É a lata e o lixo. Não sou do PMDB, não sou do PSDB,  que são os inimigos declarados do processo eleitoral”, disse. Sobre gravações que estão sendo reveladas ao longo das investigações, Malta atacou:”Se valesse alguma coisa, Aloizio Mercadante deveria estar preso”.

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Diante do bate-boca estabelecido, com a volta dos trabalhos, o senador Aécio Neves (PSDB-MG) pediu serenidade nas discussões para que as testemunhas começassem a ser ouvidas.  Ao retomar a sessão, Lewandowski anunciou o indeferimento da questão de ordem da senadora Fátima Bezerra (PT-RN) que voltou a apontar suspeição do relator, Antonio Anastasia (PSDB-MG), pelo vínculo com o partido tucano, a quem aliados de Dilma atribuem a autoria do processo.

“Isto não é democracia. É um tribunal de exceção”, acusou. Aliada do governo Temer, Simone Tebet (PMDB-MS) disse que a alegação revela “medo” dos contrários ao processo e afirmou que a questão já foi decidida por todas as instâncias que receberam recursos no mesmo sentido.

O ministro Lewandowski também indeferiu pedido feito pela senadora Vanessa Graziotin (PCdoB-AM) que solicitou a impugnação do procurador Júlio Marcelo de Oliveira, primeira testemunha a falar na sessão de hoje, afirmando que ele teria um posicionamento parcial. Lewandowski negou o pedido dizendo que Júlio Marcelo “possui idoneidade e capacidade técnica para apresentar testemunho”.

A sessão foi aberta por volta de 9h35 e até o momento só foram apresentados pedidos de esclarecimentos sobre a sessão. Ainda hoje, quatro testemunhas serão arroladas pela acusação e pela defesa.

Informou a Agência EBC.

Comments 2

  1. luis carlos braga says:
    10 anos ago

    o Brasil, tem que ter uma santa que dê jeito, aparecem senadores golpista falando em ética, Malta fala em prender Mercadante, por que esse pastor de almas, não fala em prender o Cunha o maior ladrão desse pais? por quê ele tem medo do Cunha, este deputado sabe dos podres dele, esse ainda sai com deboche, falando que todos merecem ver seus mortos, mas tem que ser enterrados. Mas pelo andar do velório ele está na primeira fila, por Deus não perdoa quem fala em nome dele em vão. Tchau Maltra

  2. vicente dantas says:
    10 anos ago

    V E R G O N H A !!!!!!!!!!!!
    Tenho dúvida para esclarecer o que se passa hoje no mundo político brasileiro.
    Essa palavra vergonha não acha espaço entre eles.
    Eu tenho vergonha de me dirigir a um eleitor brasileiro.
    Eu tenho vergonha de ouvir a uma voz dos senadores
    Dane-se todos, para as profundas dos infernos.
    Faz 30 anos que falei com político, que queria entrar na política – Ele me pergunto: Quer ser sem vergonha, respondi não, então não entre na política brasileira

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