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Polícia investiga morte de mulher que fazia exercícios em academia

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Curitiba – A Polícia Civil investiga o caso de uma mulher que morreu durante o treinamento em uma academia de Paranaguá. Luciane Pratezi, de 32 anos, chegou a ser socorrida pelo Samu e encaminhada para o Hospital Regional da cidade. Porém, não resistiu.

O caso aconteceu na manhã desta segunda-feira (16). A Polícia Civil abriu inquérito pra investigar a situação. O delegado da 1ª Subdivisão Policial de Paranaguá, Nilson Santos Diniz, conta como tudo aconteceu. “Ela estava praticando exercícios físicos, no período da manhã, quando começou a passar mal. As pessoas que se encontravam com ela no local entraram em contato com o Samu, foi realizado o atendimento médico inicial na própria academia e, em seguida, ela foi encaminhada para o Hospital Regional de Paranaguá, onde ocorreu o óbito. Assim que tomamos conhecimento do fato, foi instaurado um inquérito policial para apurar as circunstâncias nas quais a morte da Luciane ocorreu”, explica.

De acordo com o delegado, nenhum familiar de Luciane compareceu na delegacia após a morte dela. “Nenhum familiar compareceu à sede da delegacia de polícia para noticiar o fato. A Polícia Civil tomou conhecimento pela imprensa e instaurou um procedimento administrativo. Vamos intimar os familiares e pessoas que se encontravam no local para que sejam ouvidas”, conta.

A Polícia Civil vai ouvir familiares da mulher e também os frequentadores do local. Exames laboratoriais realizados no Hospital de Paranaguá foram requisitados pelo delegado e serão analisados por uma perito legista pra um parecer sobre a causa da morte. A polícia quer saber se houve algum tipo de influência externa. “Vamos dar um exemplo: se ela realmente estava fazendo algum uso de algum medicamento prescrito por alguém que não tem habilitação técnica para tal, essa pessoa vai responder por homicídio culposo. Isso são só hipóteses. Nós ainda não realizados as oitivas com os familiares, com as pessoas que estavam no local. Então ainda é muito cedo para dizer se há responsabilidade de alguém”, explica. O dono da academia também será intimidado e terá que fornecer o atestado médico que autorizava a prática de exercícios físicos pela mulher.

Com informações Paraná Portal. 

Expressoam:

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