Expresso AM
Facebook Instagram Twitter
Expresso AM
  • Início
  • Empregos & Dicas
  • Concursos
  • Educação
  • Economia
  • Política
  • Manaus
  • Mundo
  • Segurança
  • Entretenimento
  • Especial Publicitário
  • Início
  • Empregos & Dicas
  • Concursos
  • Educação
  • Economia
  • Política
  • Manaus
  • Mundo
  • Segurança
  • Entretenimento
  • Especial Publicitário
  • Início
  • Empregos & Dicas
  • Concursos
  • Educação
  • Economia
  • Política
  • Manaus
  • Mundo
  • Segurança
  • Entretenimento
  • Especial Publicitário
  • Início
  • Empregos & Dicas
  • Concursos
  • Educação
  • Economia
  • Política
  • Manaus
  • Mundo
  • Segurança
  • Entretenimento
  • Especial Publicitário
Home Amazonas

Na FCecon, pacientes indígenas contam com atendimento diferenciado

Expressoam Por Expressoam
27 de julho de 2020
no Amazonas
0
Foto:Divulgação

Foto:Divulgação

491
AÇÕES
1.4k
VISUALIZAÇÕES
ADVERTISEMENT

MANAUS-AM |Os pacientes indígenas que fazem ou irão iniciar tratamento na Fundação Centro de Controle de Oncologia do Estado do Amazonas (FCecon), órgão vinculado à Secretaria de Estado de Saúde (Susam), contam com atendimento diferenciado, que garante mais rapidez na abertura de prontuários, marcação de consultas, triagens, exames e internações, além de adequação nutricional à etnia. Ao todo, já foram beneficiados 40 pacientes indígenas ao longo dos oito meses de implantação do atendimento diferenciado.

Esse tipo de atendimento foi implantado após reuniões realizadas com representantes da Casa de Saúde do Índio (Casai Manaus) e do Distrito Sanitário Especial Indígena (Dsei Manaus), quando se tratou sobre o acesso e acolhimento humanizado, considerando a vulnerabilidade sociocultural. Esse tipo de acolhimento é regulado pela Portaria nº 2.663, de 11 de outubro de 2017, que trata da Atenção Especializada aos Povos Indígenas (IAE-PI) do Sistema Único de Saúde (SUS).

Conforme o diretor-presidente da FCecon, mastologista Gerson Mourão, o indígena necessita de atendimento diferenciado em virtude de suas características singulares. Segundo ele, a adaptação do indígena aos ambientes da cidade e hospitalar é mais complexa, além de ter dificuldade de comunicação. “Todas essas questões lhe causam estranhamento e insegurança, assim, viabilizar o atendimento diferenciado permite a aceitação ao tratamento”, frisa.

Celeridade – A gerente de Enfermagem da Casai Manaus, Moana Barros de Gusmão Tavares, ressalta que o atendimento prioritário deu mais celeridade ao início do tratamento dos pacientes indígenas. “Quero agradecer à Fundação Cecon, em especial ao Gerson Mourão, pela parceria na construção do fluxo. Não temos do que reclamar. A parceria tem nos ajudado e possibilitado a realização de exames para a conclusão do diagnóstico e início do tratamento”, pontua.

Protocolos – Foram adotados dois protocolos para o atendimento do paciente indígena (apto ou sem diagnóstico conclusivo), e em ambos ele é prioritário, explica a gerente do Serviço de Atendimento Médico e Estatístico (Same/FCecon), Zenóbia Almeida Filha. No primeiro – paciente apto –. o Same abre o prontuário definitivo, a enfermeira navegadora agenda a consulta, e assim se garante celeridade no tratamento.

Posts Relacionados

Fezes de animais, infiltrações e suspeita de morcegos colocam escola do Amazonas na mira do MP

Com decoração simples, rua de Beruri vira destaque e viraliza na internet

Jovem vai defender a mãe de agr3ssã0 e acaba levando s0c0 do padrasto no AM; ele foi pr3s0

No segundo – paciente sem diagnóstico conclusivo –, o Same abre o prontuário provisório e a enfermeira navegadora garante o atendimento prioritário e a celeridade dos exames de diagnóstico. Zenóbia Filha frisa que, quando o diagnóstico dá negativo, é feita a contrarreferência, e no caso de positivo, é dada continuidade ao tratamento por meio do auxílio da enfermeira navegadora.

O processo é muito rápido, de acordo com Zenóbia Filha. “Os prontuários são abertos de imediato. Dependendo das agendas dos médicos, é possível marcar uma consulta de sete a 15 dias após a abertura do prontuário. Antes, levava-se meses. Essa nova rotina permite que o indígena retorne mais rápido ao convívio natural”, declara.

Nutrição – A gerente do serviço de Nutrição e Dietética, Bárbara Fonseca Abrahim, informa que o atendimento do paciente indígena inicia após a internação. Ela explica que é realizada uma triagem pelos profissionais do setor, os quais checam se existe déficit de algum nutriente, perda de peso, os hábitos alimentares, as restrições do tratamento em questão e costumes da etnia.

“As informações são obtidas com o intérprete. Elas servem de base para uma possível intervenção nutricional e para a elaboração do cardápio, de forma a garantir a melhor adesão do paciente indígena ao tratamento”, ressalta a gerente.

Tags: AtendiementoFCeconpacientes

Governador Roberto Cidade visita Rua da Copa na zona centro-oeste de Manaus e destaca impulso à economia local

13 de junho de 2026

Vídeo: motorista acerta poste na frente de motel em Manaus

13 de junho de 2026

Vídeo: câmera registra trabalhador m0rrendo com três tir0s no supermercado

13 de junho de 2026
Facebook Instagram Twitter

© 2023 – Expresso AM. Todos os direitos reservados.

Expresso AM

ESPECIAL PUBLICITÁRIO

Especial Publicitário

Ações de saúde ganham reforço com nova USF e a oferta de DIU gratuito para as mulheres

3 anos ago
Especial Publicitário

Matrículas 2023 para novos alunos

3 anos ago
Especial Publicitário

O trabalho não vai parar

3 anos ago
Especial Publicitário

Manaus terá Réveillon Sustentável para brindar a chegada de 2023

3 anos ago