MANAUS – Acabou a liberdade para Meirilany Silva da Silva, de 21 anos, que voltou para a cadeia na manhã desta terça-feira (28), após se entregar no 19º Distrito Integrado de Polícia (DIP), na Ponta Negra, Zona Oeste de Manaus.
Ela está presa por envolvimento na morte do investigador da Polícia Civil Luciano Carvalho de Sena, do Departamento de Investigação sobre Narcóticos (Denarc), ocorrida na sexta-feira (24), no Alvorada, em Manaus.
O desembargador plantonista Flávio Humberto Pascarelli Lopes, do Tribunal de Justiça do Amazonas (TJAM), decidiu que a gravidez não é motivo para ela ficar em liberdade.
“O crime imputado à recorrida se insere no contexto da empreitada delituosa que resultou no confronto e no lamentável óbito de um dos agentes estatais destacados para o cumprimento de uma missão velada de investigação policial”, afirma o magistrado.
A quadrilha é acusada de participar do tráfico internacional de drogas. O grupo usava os rios do Amazonas para levar os entorpecentes. Para a polícia, a apreensão de 829 tabletes de maconha, totalizando 862,6 quilos; de 10 tabletes de cocaína, com 11,2 quilos; de munições; coletes balísticos; máquina de contar dinheiro; equipamentos utilizados na logística do tráfico e outras provas, são suficientes para que ela fique presa, já estava dentro da caminhonete de onde saiu o tiro que matou o policial.
Além disso, ela era companheira de Rafael Pereira Freitas, autor do tiro que matou o policial e que acabou morto no dia seguinte em tiroteio contra a polícia.
O policial Luciano Carvalho de Sena morreu atingido por disparos no pescoço e no braço.




