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Home Acusação

Ex-servidora denuncia Dermilson Chagas por ter ‘gabinete do ódio’ montado com verba pública

Colaboração para o Expresso AM, em Manaus Por Colaboração para o Expresso AM, em Manaus
22 de novembro de 2021
no Acusação, Manaus
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Denúncia foi registrada em delegacia e ex-servidora que denunciou nem mora mais em Manaus por ter medo. Foto: Divulgação

Denúncia foi registrada em delegacia e ex-servidora que denunciou nem mora mais em Manaus por ter medo. Foto: Divulgação

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MANAUS (AM) – | Um dossiê com arquivos digitais foi entregue na Delegacia Especializada em Repressão aos Crimes Cibernéticos (DERCC), no dia 10 de setembro, denunciando o deputado estadual Dermilson Chagas (sem partido). Ele estaria, segundo a denúncia, mantendo com o dinheiro público uma “milícia digital” para atacar seus adversários, entre eles, o governador do Amazonas, Wilson Lima.

Uma ex-servidora do alto escalão do gabinete do deputado estadual, que pediu exoneração do cargo, foi quem entregou os vídeos, montagens de fotos e prints de conversa em aplicativo de mensagem que eram disparados como forma de atacar outros parlamentares. A mulher, segundo consta na denúncia, coordenava o que considerava uma espécie de “gabinete do ódio”, sempre produzindo materiais que deixassem os adversários em situações indelicadas – ou falsas.

Ainda segundo a ex-servidora, para isso foi montada uma equipe formada com designer e editor de vídeo. Ela e os outros dois funcionários construíam e editavam, diariamente, conteúdos ofensivos, vexatórios e até com fake news (notícias falsas). No depoimento, ela disse que esses trabalhos foram bancados com dinheiro público e iniciados ainda este ano, 2021.

A denunciante contou que chegou a cometer o crime de falsa identidade, por se passar por outra pessoa, e a pedido do deputado Dermilson cometeu os crimes de calúnia e difamação, tipificados nos artigos 138, 139 e 140, do código penal Brasileiro, contra Wilson Lima.

Após a produção do material, o mesmo era direcionado por ela e a equipe para a população em geral, para deputados e grupos políticos, por meio de listas de transmissão, como as que têm no WhatsApp. Em caso de reclamação, a denunciante disse que o deputado humilhava a equipe e fazia ameaças a quem se negasse a compartilhar.

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No entanto, em julho deste ano, a ex-servidora pediu exoneração do cargo “por não aguentar mais as pressões e humilhações”, de acordo com depoimento. O pedido veio após Dermilson Chagas ordenar que ela tirasse fotos da rotina íntima de outro deputado, se aproveitando que ela tinha proximidade familiar com ele.

Após isso, a mulher o bloqueou em todos os aplicativos e, por medo de represálias, decidiu mudar de cidade após levar as denúncias à DERCC. O caso ainda é investigado.

Tags: acusaçãodenúnciaDermilson Chagasdossiêgabinete do ódio
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