MANAUS – A família da grávida Débora da Silva Alves, parou na porta do Tribunal de Justiça do Amazonas nesta quarta-feira (27), para pedir Justiça no início do julgamento.
José Júnior, pai da jovem morta no bairro Mauazinho, disse que a dor continua igual ao momento do crime, em 2023. Gil Romero Machado Batista e José Nilson Azevedo da Silva são réus pelo assassinato.
Gil não queria assumir o filho e chamou a vítima para ir ao encontro dele, dizendo que ia dar dinheiro para as roupas do bebê. No local ela foi rendida e morta pela dupla, em julho de 2023..
A jovem ainda teve o corpo queimado. “É um júri de alta complexidade desde a primeira fase que nós conduzimos e agora para presidir a plenária”, disse o juiz Fábio Alfaia.
“A gente espera que eles peguem a pena máxima”, disse José Júnior. “Estamos diante de um dos casos mais brutais da história do estado”, destacou o promotor André Epifânio Martins
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