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Home Justiça

Bolsonaro diz que Moro pediu ‘controle total do ministério’ e que ninguém interfira no seu trabalho

Expressoam Por Expressoam
1 de novembro de 2018
no Justiça, Política
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Rio O presidente eleito Jair Bolsonaro afirmou nesta quinta-feira (1º) ter concordado “100%” com os pedidos do juiz Sérgio Moro para assumir o Ministério da Justiça, entre os quais “liberdade total” para combater a corrupção e o crime organizado. As informações são do G1. 

Até então responsável pelos processos da Operação Lava Jato no Paraná, Moro viajou ao Rio de Janeiro nesta quinta-feira e aceitou o convite de Bolsonaro para comandar o Ministério da Justiça e Segurança Pública a partir do ano que vem. Com isso, Moro deixou a Lava Jato.

“Conversamos por uns 40 minutos e ele [Moro] expôs o que pretende fazer caso seja ministro e eu concordei com 100% do que ele propôs. Ele queria uma liberdade total para combater a corrupção e o crime organizado, e um ministério com poderes para tal”, disse o presidente eleito.

Ao conceder entrevista coletiva na casa dele, no Rio de Janeiro, Bolsonaro disse que não vai interferir do trabalho do futuro ministro.

Questionado se Moro será o “xerife” do governo, respondeu: “É um ministério importante e, inclusive, ficou bem claro em conversa entre nós que qualquer pessoa que porventura apareça nos noticiários policiais vai ser investigada e não vai sofrer qualquer interferência por parte da minha pessoa”.

Além de Sérgio Moro, Bolsonaro já anunciou os nomes de outros quatro ministros: o deputado Onyx Lorenzoni (Casa Civil), o economista Paulo Guedes (Economia), o general Augusto Heleno (Defesa) e o astronauta Marcos Pontes (Ciência e Tecnologia).

Reforma da Previdência

Durante a entrevista desta quinta-feira, Bolsonaro também foi questionado sobre o andamento da reforma da Previdência e disse que “aprova” a proposta que vier a ser aprovada pela Câmara dos Deputados.

Enviada em 2016 pelo governo Michel Temer, a reforma chegou a ser aprovada numa comissão especial da Câmara, em maio de 2017, mas não avançou desde então.

“Se pudesse dar um passo, que seja. Seria bom. Eu aprovo a reforma que pode ser aprovada pela Câmara, está certo? Eu quero ver a última versão dela com mais cuidado, semana que vem eu já vou estar a par dela”, afirmou o presidente eleito.

“Eu tenho falado que a proposta que eu, que o Paulo Guedes quer, é aquela que pode ser aprovada pela Câmara”, acrescentou.

Outros temas

Saiba abaixo outros temas abordados pelo presidente eleito durante a entrevista no Rio de Janeiro:

A ideia inicial do presidente eleito era fundir os ministérios da Agricultura e do Meio Ambiente, mas Bolsonaro já disse estar “pronto” para voltar atrás, “se for o caso”.

Na entrevista concedida no Rio de Janeiro, informou que “ruralistas” pediram a ele para reavaliar a decisão porque, segundo eles, “não é o caso” fundir as duas pastas.

Diante disso, afirmou que nomeará um ministro do Meio Ambiente cujo perfil não seja “xiita”.

“Eu falei que estou pronto para voltar atrás, se for o caso. Não tenho problema nenhum. Só que, quem vai indicar um ministro do Meio Ambiente será também o senhor Jair Bolsonaro. Então, vai ser uma pessoa que não bote ninguém lá por pressões de ONGs e ter um trabalho xiita no Meio Ambiente”, afirmou.

Bolsonaro também comentou a decisão de transferir a embaixada brasileira em Israel de Tel Aviv para Jerusalém.

A transferência da embaixada é polêmica porque demonstra que o Brasil reconhece Jerusalém como capital de Israel. Os palestinos reivindicam Jerusalém Oriental como capital do futuro Estado. A comunidade internacional não reconhece a reivindicação israelense de Jerusalém como capital indivisível.

“Olha só, o que eu vejo é que o Palácio do Planalto está estrategicamente muito próximo da embaixada da Palestina. E não teria que ter embaixada nenhuma naquela região”, disse Bolsonaro.

“Se o Brasil mudar a capital para o Rio de Janeiro, mudou. Qual é o problema? Os países viriam para cá com suas embaixadas. Eu não vejo clima pesado em você transferir a embaixada lá em Israel. Eu não vejo nenhum problema. Não é uma questão de vida ou morte. Temos todo o respeito com Israel e com o povo árabe”, acrescentou o presidente eleito.

Crédito fotográfico: Silvia Izquierdo/AP

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