Expresso AM
Facebook Instagram Twitter
Expresso AM
  • Início
  • Empregos & Dicas
  • Concursos
  • Educação
  • Economia
  • Política
  • Manaus
  • Mundo
  • Segurança
  • Entretenimento
  • Especial Publicitário
  • Início
  • Empregos & Dicas
  • Concursos
  • Educação
  • Economia
  • Política
  • Manaus
  • Mundo
  • Segurança
  • Entretenimento
  • Especial Publicitário
  • Início
  • Empregos & Dicas
  • Concursos
  • Educação
  • Economia
  • Política
  • Manaus
  • Mundo
  • Segurança
  • Entretenimento
  • Especial Publicitário
  • Início
  • Empregos & Dicas
  • Concursos
  • Educação
  • Economia
  • Política
  • Manaus
  • Mundo
  • Segurança
  • Entretenimento
  • Especial Publicitário
Home Política

Assessor de Temer acusado de receber propina da Odebrecht se demite

Expressoam Por Expressoam
14 de dezembro de 2016
no Política
0
491
AÇÕES
1.4k
VISUALIZAÇÕES
ADVERTISEMENT

Brasília – Assessor do presidente Michel Temer, o advogado José Yunes, pediu demissão do cargo no Planalto nesta quarta-feira (14) após ter tido seu nome citado no acordo de delação premiada do ex-executivo da Odebrecht Claudio Melo Filho.

O delator afirmou que Yunes foi o destinatário de parte do repasse de R$ 10 milhões feito pela empreiteira ao PMDB, a pedido do próprio Temer, à época vice-presidente da República e candidato à reeleição ao cargo.
A demissão de Yunes vem após Marcelo Odebrecht ter confirmado à Lava Jato, segundo a “Folha de S.Paulo”, a versão de Melo Filho sobre pagamento de R$ 10 milhões.
Yunes, que é amigo pessoal de Temer, afirma na carta de demissão que não conhece o delator e que as afirmações de Melo Filho são “fantasiosas”.
O advogado afirma que a decisão de se demitir foi tomada para poder “preservar minha dignidade e manter acesa a chama cívica que me faz acreditar nos imensos potenciais de meu país”, diz o texto assinado por Yunes.
Carta de demissão de José Yunes entregue a Temer
Cláudio Melo Filho afirmou em seu depoimento que Temer pediu dinheiro à Odebrecht durante um jantar no Palácio do Jaburu, residência oficial do vice-presidente, com o herdeiro e ex-presidente da empreiteira Marcelo Odebrecht.
Os pagamentos, segundo o delator, foram direcionados a Eliseu Padilha, hoje ministro da Casa Civil e um dos principais aliados de Temer.
Na cópia da carta divulgada pela assessoria de imprensa do Planalto, a data do documento aparece rasurada. O número 4, do 14 que indica a data desta quarta-feira, aparece escrito aparentemente à caneta, sobre o 13 digitado no computador, como todo o resto do documento.
Temer e Padilha têm afirmado não ter praticado irregularidades na sua relação com a Odebrecht.
Por UOL.

Posts Relacionados

Governador interino Roberto Cidade destaca Feclam como instrumento de fortalecimento das Casas Legislativas do Amazonas

Governador interino Roberto Cidade reforça ações de esporte e lazer com entrega do Centro Social Chapéu de Zinco, no bairro Betânia

Com foco na modernização e acolhimento, governador interino Roberto Cidade vistoria obras da FCecon

Vídeo forte: veja o c0rp0 e saiba o nome da jovem m0rta hoje em Tefé; quatro foram detidos 

26 de abril de 2026

Vídeo forte  mostra jovem sendo m0rta por outra rival no Amazonas: ‘só mais uma, só mais uma’

26 de abril de 2026

Tio e avô são presos por estupr0s de meninas de 11 e 12 anos no Amazonas

26 de abril de 2026
Facebook Instagram Twitter

© 2023 – Expresso AM. Todos os direitos reservados.

Expresso AM

ESPECIAL PUBLICITÁRIO

Especial Publicitário

Ações de saúde ganham reforço com nova USF e a oferta de DIU gratuito para as mulheres

3 anos ago
Especial Publicitário

Matrículas 2023 para novos alunos

3 anos ago
Especial Publicitário

O trabalho não vai parar

3 anos ago
Especial Publicitário

Manaus terá Réveillon Sustentável para brindar a chegada de 2023

3 anos ago