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Advogada da família de Djidja diz que ela poderia estar viva se PC-AM tivesse feito prisões antes

Redação Por Redação
2 de junho de 2024
no Manaus, polícia
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Nauzila Campos (de óculos de grau) integra a equipe de defesa. Foto: Reprodução

Nauzila Campos (de óculos de grau) integra a equipe de defesa. Foto: Reprodução

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MANAUS (AM) – A advogada Nauzila Campos, que integra a equipe de defesa da família Cardoso, afirmou em coletiva de imprensa neste domingo (2) que a operação Mandrágora – que investiga seita religiosa que promovia o uso de Ketamina – tem função social, mas que foi deflagrada tarde demais. Segundo ela, se ocorresse semanas antes, Djidja Cardoso poderia estar viva. Ela morreu no dia 28 de maio e no dia 30 a mãe e o irmão foram presos.

Djidja também era investigada há cerca de 40 dias junto com a família. Segundo a advogada, apesar de ser presa, a ex-sinhazinha do Garantido estaria viva. “Ontem o doutor Vilson Benayon, responsável pela parte criminal da defesa, afirmou que a prisão salvou a família e salvou mesmo. E dizemos mais: se essa operação tivesse sido deflagrada há algumas semanas, a Djidja estaria viva. Presa, mas viva”, disse a advogada.

Nauzila, no entanto, disse que a operação teve função “social”, já que busca os fornecedores da droga que é de uso veterinário e precisa ter controle na vida. “Eles são os verdadeiros traficantes”, disse ela, questionando ainda a prisão do veterinário da Max Vet, clínica veterinária que realizada a venda para a família.

A PC-AM informou que o responsável também é investigado.

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Tags: Djidja CardosoinvestigaçãomorteNauzila Camposoperação mandrágoraprisão

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