Expresso AM
Facebook Instagram Twitter
Expresso AM
  • Início
  • Empregos & Dicas
  • Concursos
  • Educação
  • Economia
  • Política
  • Manaus
  • Mundo
  • Segurança
  • Entretenimento
  • Especial Publicitário
  • Início
  • Empregos & Dicas
  • Concursos
  • Educação
  • Economia
  • Política
  • Manaus
  • Mundo
  • Segurança
  • Entretenimento
  • Especial Publicitário
  • Início
  • Empregos & Dicas
  • Concursos
  • Educação
  • Economia
  • Política
  • Manaus
  • Mundo
  • Segurança
  • Entretenimento
  • Especial Publicitário
  • Início
  • Empregos & Dicas
  • Concursos
  • Educação
  • Economia
  • Política
  • Manaus
  • Mundo
  • Segurança
  • Entretenimento
  • Especial Publicitário
Home Política

A vitória de Eduardo Cunha, relator dá parecer favorável sobre Conselho de Ética

Expressoam Por Expressoam
6 de junho de 2016
no Política
2
491
AÇÕES
1.4k
VISUALIZAÇÕES
ADVERTISEMENT

São Paulo –  A semana começa com vitória para o presidente afastado da Câmara, Eduardo Cunha (PMDB-RJ). Relator da consulta feita pelo atual comandante da Casa, Waldir Maranhão (PP-MA), na Comissão de Constituição, Justiça e Cidadania (CCJC), o deputado Arthur Lira (PP-AL) apresentou quatro respostas que podem favorecer Cunha no processo a que responde no Conselho de Ética.

O parecer deve ser apreciado pelos integrantes da CCJC amanhã, às 14h30. Também está marcado para amanhã, às 9h30, o início da votação do relatório que pede a cassação do peemedebista.

Na semana passada, Maranhão enviou, a pedido do deputado Wellington Roberto (PR-PB), quatro questionamentos à CCJC para orientar o processo quando ele chegar ao plenário. O primeiro pretendia saber se, finalizado o processo político-disciplinar, será votado um projeto de resolução a ser elaborado pelo Conselho de Ética ou o parecer do relator. Após longa explicação sobre o conflito de regras sobre o tema, Lira afirmou que o projeto será submetido à votação.

O segundo questionamento queria saber se existe a possibilidade de emendas ao projeto de resolução e a resposta foi “sim”. O terceiro questiona se as emendas podem agravar a pena do representado. Lira entende que não. Por último, Maranhão perguntou se, “no caso de rejeição, pelo plenário, do projeto de resolução, passa-se à deliberação da representação original, ou essa é considerada prejudicada?” O parecer de Lira determinou que a representação original ficará prejudicada.

As respostas do parecer dão a possibilidade aos aliados de Eduardo Cunha de diminuir a pena, para uma suspensão, por exemplo, e, até mesmo, arquivar o processo em plenário. A recomendação da CCJ ainda tem de ser acatada pelo presidente em exercício.

Posts Relacionados

Roberto Cidade destaca lei aprovada na Aleam que garante isenção de IPVA para PcDs no Amazonas

Ex-esposa acusa Silas Câmara de levar amante para passear com dinheiro público e da igreja

Senador Plínio Valério torra R$ 20 milhões em emendas Pix e vira campeão nacional de gastos

[impulsosocial] [impulsosocial_popup]

Comments 2

  1. Antonio Luis says:
    10 anos ago

    O CARA É BANDIDO DE CARTEIRINHA , ROUBOU PACARAÍ , E AINDA VAI ACABAR VIRANDO HERÓI , E O STF MOSTRA AO MUNDO QUE É UM FRACASSO , E NÃO TEM PODER PARA AFASTAR MALANDRO KKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKK

  2. Maria Elisa Gonçalves says:
    10 anos ago

    Assim ele dá continuidade nos golpes mafiosos no Brasil, não é?
    Os inquéritos arquivados
    O caso do agora presidente interino Michel Temer com o grupo Libra e as obras do Porto de Santos data de, pelo menos, 14 anos atrás. Somente em 2016, entrou um novo personagem, estreitamente ligado a Temer: Eduardo Cunha.

    Entre esses dois momentos, ao longo de dez anos, houve dois inquérito arquivados.

    A primeira investigação ocorreu em 2002, em um processo administrativo preliminar, que apontava a suspeita da participação de Temer em esquema de cobrança de propina de empresas detentoras de contratos no porto de Santos, no Estado de São Paulo. À época, o então procurador-geral da República, Geraldo Brindeiro, determinou o arquivamento por considerar que não havia provas suficientes.

    Passados quatro anos, a Polícia Federal encontrou novos indícios e voltou a investigar Temer, então deputado federal pelo PMDB. A PF instaurou um inquérito em 2006, indicando-o como possível beneficiário de pagamento de propinas.

    O inquérito levou quatro anos para chegar ao Supremo Tribunal Federal (STF), apenas em fevereiro de 2006. Antes nas mãos da Procuradoria da República em Santos, a então procuradora que comandava o caso, Juliana Mendes Daun, afirmou que “Temer figura efetivamente como investigado nesta apuração”.

    Por esse motivo, encaminhou o caso à Suprema Corte no dia 15 de setembro de 2010, em plena campanha eleitoral, já como vice da presidente Dilma Rousseff. O delegado responsável pelas investigações, Cassio Nogueira, queixou-se da demora para o caso ser enviado ao STF, o que teria atrasado toda o processo e impossibilitando o seu aprofundamento.

    “Após quatro anos, muito pouco avançou a apuração naquilo que se poderia chamar aprofundamento das investigações, até porque as pessoas citadas na denúncia como envolvidas não foram nem sequer inquiridas”, escreveu o delegado à então procuradora responsável.

    Em reportagem publicada em abril de 2011, a Folha de S. Paulo também aponta que houve uma “tramitação arrastada” e “manobras dos advogados dos envolvidos”.

    Mas após, por fim, chegar ao STF, contudo, a equipe de procuradoria era outra – sob o comando do então procurador-geral Roberto Gurgel. Gurgel solicitou o arquivamento da investigação de mais de oito anos por considerar, assim como o seu antecessor, que não havia fatos novos contra Michel Temer e que ele deveria ser excluído do processo.

    Com a manifestação de Gurgel, o ministro que detinha a relatoria do caso, Marco Aurélio, determinou a exclusão do nome de Temer do processo, ordenando o seu arquivamento e remetendo os autos referentes a quem não tinha foro privilegiado à Justiça Federal em Santos.

    O misterioso MT, beneficiário da propina
    Por outro lado, a investigação feita até então da Polícia Federal reunia indícios de que empresas distribuíram propinas para vencer concorrências para a exploração de áreas do porto de Santos, administrado pela Companhia de Docas do Estado de São Paulo (Codesp). A exemplo do que foi revelado com a Operação Lava Jato, no caso dessas obras, a influência política era de Temer e de seu partido, o PMDB.

    O presidente da Codesp entre 1995 e 1998, Marcelo de Azeredo, foi indicado pela sigla e, posteriormente, tornou-se o principal investigado do processo. Os dados da investigação tomaram como base planilhas e documentos enviados pela ex-esposa do empresário, Érika Santos, que pediu a dissolução de união estável na Vara da Família em Santos.

    As planilhas mostravam que a propina foi entregue a Azeredo, a um terceiro sujeito chamado como “Lima” e a alguém identificado como “MT”. Para a PF e os procuradores, MT seria Michel Temer. Nas negociações, o agora presidente interino, Lima e o PMDB teriam recebido indevidamente R$ 1,28 milhão, o equivalente a 7,5% do contrato da Libra para explorar dois terminais do porto. Apenas o interino teria angariado a metade deste valor.

    Paralisado em 2011, apenas no início deste ano foi revelado mais um capítulo da influência do PMDB no Porto de Santos. O presidente afastado da Câmara dos Deputados, Eduardo Cunha (PMDB-RJ), atuou para beneficiar a Libra em nova legislação.

    Cunha incluiu na Medida Provisória dos Portos uma emenda parlamentar, permitindo que o grupo renovasse contratos de concessão de terminais portuários – sendo que mantinha uma dívida milionária com o governo federal nas obras da Codesp e, por isso, estava impedido de fechar novas contratos. A emenda foi criada por Eduardo Cunha e mantida pelo deputado Edinho Araújo (PMDB-SP), outro aliado de Temer, em seus últimos dias no comando da Secretaria Especial de Portos (SEP).

Novo vídeo mostra vigilante agredindo Alana com tapa antes de ela ser m0rt4 a tiro0 em Manaus

Novo vídeo mostra vigilante agr3dind0 Alana com t4pa antes de ela ser m0rt4 a tiro0 em Manaus

28 de janeiro de 2026

Vídeo: Após bater em menor por causa de iPhone roubado, mulher é punida e tem cabelo cortado

28 de janeiro de 2026

Suspeito de m4t4r líder indígena Jair Miranha é preso no Pará após fuga do Amazonas

28 de janeiro de 2026
Facebook Instagram Twitter

© 2023 – Expresso AM. Todos os direitos reservados.

Expresso AM

ESPECIAL PUBLICITÁRIO

Especial Publicitário

Ações de saúde ganham reforço com nova USF e a oferta de DIU gratuito para as mulheres

3 anos ago
Especial Publicitário

Matrículas 2023 para novos alunos

3 anos ago
Especial Publicitário

O trabalho não vai parar

3 anos ago
Especial Publicitário

Manaus terá Réveillon Sustentável para brindar a chegada de 2023

3 anos ago