Expresso AM
Facebook Instagram Twitter
Expresso AM
  • Início
  • Empregos & Dicas
  • Concursos
  • Educação
  • Economia
  • Política
  • Manaus
  • Mundo
  • Segurança
  • Entretenimento
  • Especial Publicitário
  • Início
  • Empregos & Dicas
  • Concursos
  • Educação
  • Economia
  • Política
  • Manaus
  • Mundo
  • Segurança
  • Entretenimento
  • Especial Publicitário
  • Início
  • Empregos & Dicas
  • Concursos
  • Educação
  • Economia
  • Política
  • Manaus
  • Mundo
  • Segurança
  • Entretenimento
  • Especial Publicitário
  • Início
  • Empregos & Dicas
  • Concursos
  • Educação
  • Economia
  • Política
  • Manaus
  • Mundo
  • Segurança
  • Entretenimento
  • Especial Publicitário
Home Política

Presidente da Comissão de Direitos Humanos da Câmara pede cassação de Bolsonaro

Expressoam Por Expressoam
29 de abril de 2016
no Política
0
491
AÇÕES
1.4k
VISUALIZAÇÕES
ADVERTISEMENT

São Paulo – O presidente da Comissão de Direitos Humanos e Minoria da Câmara, deputado Paulo Pimenta (PT-RS), protocolou nesta sexta-feira (29), mais um pedido de abertura de processo de cassação, por quebra de decoro parlamentar, do deputado Jair Bolsonaro (PSC-RJ).

A denúncia é sobre a homenagem que Bolsonaro fez ao torturador Carlos Brilhante Ustra, durante a votação do processo de impeachment da presidente Dilma Rousseff. Sob a mesma alegação, outros dois pedidos já foram protocolados na mesa diretora da Casa contra o parlamentar, do Partido Verde (PV) e da Ordem dos Advogados do Brasil do Rio de Janeiro.

 Nesta semana, cinco partidos políticos e o Instituto Vladimir Herzog protocolaram na Procuradoria-Geral da República (PGR) uma representação contra Bolsonaro, em que pedem a apuração de responsabilidade criminal, civil e administrativa. “Perderam em 1964, perderam agora em 2016”, disse Bolsonaro no início de sua fala, fazendo uma referência ao golpe militar.

“Contra o comunismo, pela nossa liberdade, contra o Foro de São Paulo, pela memória do coronel Carlos Alberto Brilhante Ustra, o pavor de Dilma Rousseff, pelo exército de Caxias, pelas Forças Armadas, o meu voto é sim”, finalizou ao anunciar o seu voto a favor do impedimento da presidente da República.

Entre 1970 e 1974, o coronel Brilhante Ustra foi chefe, em São Paulo, do DOI-Codi do II Exército, órgão de repressão política tido como um dos mais cruéis durante a ditadura no Brasil. Nesse período, a então militante política Dilma Rousseff esteve presa na capital paulista. Ustra, denunciado por perseguições, torturas e assassinatos de opositores ao golpe de 64, foi declarado torturador pela Justiça.

Com Informações Estadão.

Posts Relacionados

Em videochamada, Professora Maria do Carmo presta apoio a Nikolas Ferreira na ‘Caminhada pela Liberdade’

Projeto de Roberto Cidade prevê garantia de bombas de insulina e sensores de glicose a pessoa com diabetes no Amazonas

Em entrevista à Band News, Sidney Leite lança nome de Salazar para vice de Omar Aziz 

[impulsosocial] [impulsosocial_popup]

Polícia muda estratégia, usa drones à noite e intensifica caçada a pai m4t0u o filho de 3 anos

Polícia muda estratégia, usa drones à noite e intensifica caçada a pai m4t0u o filho de 3 anos

23 de janeiro de 2026

Motociclista morre após ser atingido por picape na Estrada da Ponta Negra

23 de janeiro de 2026
Polícia divulga foto de idoso de 63 anos que desapareceu no bairro Colônia Antônio Aleixo

Polícia divulga foto de idoso de 63 anos que desapareceu no bairro Colônia Antônio Aleixo

23 de janeiro de 2026
Facebook Instagram Twitter

© 2023 – Expresso AM. Todos os direitos reservados.

Expresso AM

ESPECIAL PUBLICITÁRIO

Especial Publicitário

Ações de saúde ganham reforço com nova USF e a oferta de DIU gratuito para as mulheres

3 anos ago
Especial Publicitário

Matrículas 2023 para novos alunos

3 anos ago
Especial Publicitário

O trabalho não vai parar

3 anos ago
Especial Publicitário

Manaus terá Réveillon Sustentável para brindar a chegada de 2023

3 anos ago