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Home Política

PMDB vai mudar de nome e voltar a ser MDB para ‘ganhar as eleições em 2018’

Expressoam Por Expressoam
16 de agosto de 2017
no Política
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Brasília – De olho em uma candidatura própria em 2018 e no centro da enorme crise política que se abate sobre o primeiro presidente do partido que chegou ao Planalto, a Executiva Nacional do PMDB se reuniu nesta quarta-feira e anunciou uma reformulação geral no programa e na marca da legenda para “ganhar as ruas” e se transformar em uma “força política”. Com a estratégia de tentar retomar o prestígio das lutas pela redemocratização lideradas por figuras como Ulysses Guimarães e Teotônio Vilela, a primeira mudança será no nome do partido, que perderá o “P” e retornará ao antigo Movimento Democrático Brasileiro (MDB).

O atual presidente Romero Jucá (PMDB-RR) afirma que a intenção não é fugir do desgaste do PMDB e se esconder em outro nome. O ofício comunicando a mudança do nome do PMDB, que será oficializado em convenção nacional em 27 de setembro, já foi encaminhado ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE).

— Estamos iniciando o processo de discussão da marca, do antigo nome. Na verdade quero aqui rebater crítica de que o PMDB estaria mudando de nome para se esconder. Não é verdade. Estamos resgatando a nossa memória histórica e retirando o último resquício da ditadura dentro do PMDB. Esse “P” foi uma determinação do regime militar para se colocar antes do Movimento. Existia MDB e Arena, MDB virou PMDB e Arena virou PDS — disse Jucá.

O presidente do PMDB anuncia que não será apenas uma mudança de nome, mas uma reformulação programática e de conceito para ganhar as ruas.

— Movimento é mais forte, a gente quer realmente ganhar as ruas , com uma nova programação, bandeiras nacionais regionais. Queremos ser muito mais do que um partido, queremos ser um força política, e nós vamos ser — disse Jucá.

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Além da crise de governo, o PMDB enfrenta disputas internas. O partido puniu dissidentes com suspensão de atividades partidárias por terem votado a favor da denúncia por corrupção passiva contra o presidente Temer. Os cinco parlamentares retaliados protocolaram nesta quarta-feira um pedido para que a decisão seja suspensa.

O Conselho de Ética ainda avalia processo de expulsão dos senadores Kátia Abreu (TO) e Roberto Requião (PR). Mas o barulho maior é feito pelo ex-líder do partido no Senado, Renan Calheiros (AL), que rompeu com o governo e se transformou em uma metralhadora dentro e fora do partido.

Depois de participar da reunião hoje, Renan disse que o PMDB está virando cada vez mais o partido do “ame-o ou deixe-o”. E cobrou a eleição de uma nova Executiva nacional. Jucá disse que prefere que Renan fique, mas se for inevitável, não tem o que fazer.

— Espero que ele fique no ame, mas se for inevitável… Acho que o partido é plural, discute ideias contraditórias. O problema é o estilo de se ter agressividade e respeito com os companheiros e com a base estadual . Isso nós não vamos admitir . No caso da suspensão dos deputados, foi uma decisão solicitada pela bancada federal , aprovada por unanimidade na Executiva e delegado ao líder tomar a iniciativa da suspensão das atividades partidárias por 60 dias — respondeu Jucá.

Sobre a nova Executiva, Jucá disse que será eleita quando acabar o mandato da atual. Jucá disse também que ainda não há decisão sobre a expulsão de Kátia e Requião .

— Não tem nenhuma decisão ainda. O Conselho de Ética é que vai definir . Quando tiver o relatório com decisão vai mandar para a Executiva . A Executiva pode ter que ouvir o Diretório Nacional. Ainda há um longo caminho de discussão e direito de defesa — disse Jucá.

Com informações O Globo

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