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PC apura se delegado e investigadores presos por “arrocho” em Manaus estavam em busca de ouro

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MANAUS – Além dos R$ 30 mil já informados, a Polícia Civil investiga  se o delegado  Fabiano Rosas, do 9° Distrito Integrado de Polícia (Dip), e os investigadores da Polícia Civil do Amazonas (PC-AM), Alessandro Eduardo e Charles Rufino, também estavam em busca de ouro durante o “arrocho” a empresário no Centro de Manaus.

A informação é do delegado do caso, Marcelo Martins. “As vítimas que estavam nesses veículos alegaram que foram levados 30 mil reais e uma arma de fogo. Nós fizemos esse questionamento às vítimas e elas negaram que estivessem com barras de ouro. Mas nesse tipo de caso, é muito comum que neguem estar. Na verdade, aqui no centro de Manaus, infelizmente, esse tipo de ocorrência, que é chamada de “arrocho”, é muito comum”.

Os três seguem presos e passarão nesta sexta-feira (17) por audiência de custódia. O caso é acompanhado pelo   promotor Armando Gurgel, da Promotoria Especializada no Controle Externo da Atividade Policial (Proceap), do Ministério Público do Estado do Amazonas (MP-AM).

Veja a nota da SSP:

A Polícia Civil do Amazonas (PC-AM) informa que, na quinta-feira (16/04), um delegado e um investigador de polícia foram presos em flagrante, na zona sul de Manaus, suspeitos da prática de extorsão. A prisão foi realizada por equipe da Rondas Ostensivas Cândido Mariano (Rocam).

O caso passou a ser acompanhado pelo Ministério Público do Amazonas (MPAM), por meio da Promotoria de Controle Externo da Atividade Policial, que acompanhou os procedimentos adotados.

A partir da apuração inicial, foram reunidos elementos que subsidiaram a lavratura do auto de prisão em flagrante. Os envolvidos permanecem à disposição da Justiça e passarão por audiência de custódia.

A Polícia Civil adotou as medidas administrativas cabíveis e comunicou a Corregedoria-Geral do Sistema de Segurança Pública, que acompanhará a apuração das circunstâncias do caso.

A instituição reforça que não compactua com qualquer desvio de conduta por parte de seus servidores, assegurando que eventuais irregularidades serão apuradas com rigor, nos termos da lei.

Redação:

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