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‘Parece que não pertencemos ao Brasil’: Capitão Alberto Neto critica suspensão de R$ 678 milhões para a BR-319

Nesta terça-feira, 28/04, o deputado federal Capitão Alberto Neto (PL-AM), manifestou em plenário indignação e repúdio. Foto: Assessoria

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BRASÍLIA – Nesta terça-feira, 28/04, o deputado federal Capitão Alberto Neto (PL-AM), manifestou em plenário indignação e repúdio, contra a recente decisão judicial que suspendeu os editais de licitação, na ordem de R$ 678 milhões, destinados à recuperação e manutenção de trechos críticos da BR-319.

Em seu discurso, o deputado enfatizou que a concessão da liminar, que interrompe mais uma vez o andamento das obras, é um duro golpe contra o povo amazonense e um retrocesso inaceitável para a logística da Região Norte, principalmente considerando que a ONG Observatório do Clima, é ligada a ministra Marina Silva, que é claramente contra o asfaltamento da rodovia.

O parlamentar explicou que, pela análise do documento judicial, “é como se não existisse a BR-319, como se o povo do Amazonas não passasse por lá todos os dias”. E, destacou que isso não justifica, pois a BR já existe e, o dito impacto ambiental, já aconteceu. Porém hoje, as pessoas passam pela BR sem dignidade, principalmente na época de chuva quando fica praticamente intrafegável, aumentando, entre outros, os custos de transporte de produtos alimentares, que servem a população local.

“Estão tirando a dignidade e o direito de ir e vir das pessoas. As comunidades indígenas ficam com dificuldades de ter acesso à saúde, a educação. É isso que está acontecendo. Infelizmente, para ser amazônida, tem que ser um verdadeiro guerreiro, porque parece que a gente não pertence ao Brasil. Querem separar a gente do Brasil, mas nós não vamos desistir da BR-319, nós vamos continuar lutando todos os dias. Fica esse repúdio!”, afirmou Capitão Alberto Neto.

Redação:

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