Expresso AM
Facebook Instagram Twitter
Expresso AM
  • Início
  • Empregos & Dicas
  • Concursos
  • Educação
  • Economia
  • Política
  • Manaus
  • Mundo
  • Segurança
  • Entretenimento
  • Especial Publicitário
  • Início
  • Empregos & Dicas
  • Concursos
  • Educação
  • Economia
  • Política
  • Manaus
  • Mundo
  • Segurança
  • Entretenimento
  • Especial Publicitário
  • Início
  • Empregos & Dicas
  • Concursos
  • Educação
  • Economia
  • Política
  • Manaus
  • Mundo
  • Segurança
  • Entretenimento
  • Especial Publicitário
  • Início
  • Empregos & Dicas
  • Concursos
  • Educação
  • Economia
  • Política
  • Manaus
  • Mundo
  • Segurança
  • Entretenimento
  • Especial Publicitário
Home Política

Na guerra jurídica do impeachment, STF pode, de novo, ter palavra final

Expressoam Por Expressoam
6 de setembro de 2016
no Política
0
491
AÇÕES
1.4k
VISUALIZAÇÕES
ADVERTISEMENT

Brasília – Os mais de 20 recursos ajuizados no Supremo Tribunal Federal que questionam o fatiamento da votação do impeachment de Dilma Rousseff geraram um amplo leque de dúvidas, com a possibilidade de uma nova votação ou anulação do processo. Pelo menos dois ministros da Corte já se posicionaram favoravelmente à análise das ações.

“Eu acho que, em princípio, nós, juízes, deferimos ao Parlamento a solução de questões políticas. Mas quando essas questões políticas são decididas com violação dos princípios inerentes ao Estado democrático de direito, é sindicável ao Supremo a apreciação dessas infrações”, disse o ministro Luiz Fux à Folha de S.Paulo.

O advogado da ex-presidente, José Eduardo Cardozo, e a advogada Janaína Paschoal, uma das denunciantes do pedido de impedimento, concordam que uma nova análise pode trazer Dilma Rousseff de volta ao poder.

   Screenshot_3

Cardozo afirmou que esta é a primeira vez nesse processo que concorda com a advogada da acusação. “Esse pedido pode anular toda a decisão. Não entendi bem a lógica, mas seja como for, entendemos que é correto a suspensão [dos direitos políticos] não ter sido decretada para a presidente da República pela não gravidade.”

Para ele, reverter só a segunda votação é “impossível” porque teria senador que poderia votar diferente se soubesse que havia apenas um questionamento. Cardozo também cita autores do direito constitucional para justificar sua opinião.

Posts Relacionados

Roberto Cidade destaca importância da valorização das mulheres durante encerramento da Semana da Mulher, na Aleam

Omar Aziz reforça compromisso com a ciência e a pesquisa em visita à Fiocruz em Manaus

Professora Maria do Carmo esquenta clima político em Maués com Sargento Salazar e comitiva de pré-candidatos

“No caso Collor, o mandado de segurança que tem impetrado diz que a cassação do mandato e a pena de direito são duas penas distintas. (…) Há um ilustre constitucionalista, chamado Michel Temer, que tem um livro, Elementos do Direito Constitucional, que diz o seguinte: ‘[a lei do impeachment] fixa duas penas, a perda do mandato e a inabilitação por oito anos. A inabilitação da função pública não decorre da perda do cargo, decorre da própria responsabilização, não é pena acessória. Há um outro ilustre jurista, que é o ministro do STF Gilmar Mendes, que afirma que o impeachment admite a aplicação de duas penas, a perda do cargo e a inabilitação. Por essa razão, entendemos que a decisão do Senado foi corretamente tomada.”

 Cardozo, porém, acredita que o julgamento pode ser anulado por outros motivos, como falta de justa causa para abertura do processo.

A ex-presidente Dilma Rousseff acredita em um resultado diferente caso haja uma nova votação. Para ela, os senadores que votaram pela cassação na primeira votação e pela manutenção dos direitos políticos na outra sofreram pressão e reconhecem que não teve crime.

“Nem sempre a estrada dos votos é uma estrada retinha, acho que ela é muito tortuosa.”

 O Senado Federal aprovou o impeachment de Dilma por 61 votos a 20, mas manteve os direitos políticos por 42 votos a 36. Faltaram 12 votos para chegar aos 54 necessários para que ela também perdesse os direitos. Partidos como PSDB e DEM entraram na Justiça para derrubar a segunda etapa da votação e retirar os direitos políticos de Dilma.

Vídeo: ‘Curupira da Pedra’ quebra ônibus na base da paulada em Manaus 

15 de março de 2026

Vídeo: Nunes Filho canta antes de homem ser sepultado em Manaus: ‘esse tinha bom gosto’

15 de março de 2026

Veja: Grupo de mulheres furta kits de cosméticos de loja no Jorge Teixeira

14 de março de 2026
Facebook Instagram Twitter

© 2023 – Expresso AM. Todos os direitos reservados.

Expresso AM

ESPECIAL PUBLICITÁRIO

Especial Publicitário

Ações de saúde ganham reforço com nova USF e a oferta de DIU gratuito para as mulheres

3 anos ago
Especial Publicitário

Matrículas 2023 para novos alunos

3 anos ago
Especial Publicitário

O trabalho não vai parar

3 anos ago
Especial Publicitário

Manaus terá Réveillon Sustentável para brindar a chegada de 2023

3 anos ago