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Home Política

Marcelo Odebrecht pagou 50 milhões de reais para Eduardo Cunha sabotar Dilma

Expressoam Por Expressoam
17 de abril de 2017
no Política
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Brasília – Entre os encontros realizados pelo ex-presidente da Câmara Eduardo Cunha e o ex-presidente da Odebrecht Energia Henrique Valladares, para acerto de pagamentos para apoio de políticos à viabilização de interesse comum de Odebrecht e Furnas no complexo hidrelétrico do Rio Madeira, algumas reuniões foram realizadas em uma sala da empresa de táxi aéreo Riana, no aeroporto Santos Dumont, no Rio.

A afirmação foi feita por Valladares, em depoimento ao Ministério Público, no âmbito de acordo de delação premiada. “Esses encontros se deram na grande maioria das vezes no escritório dele [Eduardo Cunha], na [avenida] Nilo Peçanha. Em algumas ocasiões, por uma questão de conveniência dele e minha (…) a gente se encontrava no Santos Dumont, de manhã cedo. E lá tinha, não tem mais, uma sala da empresa aérea chamada Riana. Ele certamente tinha alguma relação com esse pessoal”, disse Valladares no depoimento. “[Nas reuniões com Eduardo Cunha] tratávamos de todos os assuntos.

Eram republicanos. Nunca paguei ao doutor Eduardo Cunha nenhum centavo por nenhum outro contrato que não fosse isso que nós estamos tratando […]

O pagamento foi feito para obter o empenho dele no interesse que era comum entre Odebrecht e Furnas”, afirmou Valladares. “Doutor Marcelo [Odebrecht] me deu o número de R$ 50 milhões para eu colocar na mesa como oferecimento ao doutor deputado Eduardo Cunha para que ele, com esse dinheiro, buscasse o apoio político a critério dele, buscasse distribuir de tal forma que obtivesse o apoio político necessário para neutralizar esta ação, principalmente da Casa Civil”, disse. Segundo o ex-executivo da empreiteira, havia uma grande pressão exercida pela Casa Civil, comandada pela então ministra Dilma Rousseff, que era contrária à entrada de Furnas em Jirau.

CUT

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O delator informou que a Central Única dos Trabalhadores (CUT) recebeu pagamentos da Odebrecht para evitar manifestações, greves e atos de violência nas obras da hidrelétrica de Santo Antônio. “A CUT foi o primeiro sindicato a chegar lá [no Rio Madeira] e se estabelecer. Estavam todos de olho [no contingente de milhares de funcionários que seriam necessários para construir as usinas de Santo Antônio e Jirau]. Sindicatos chegam que nem abelha para conquistar espaço.

Mas o pessoal da CUT costumava cobrar de fato pedágios mensais para eles não apoiarem greve, atos de violência. Era preciso pagar a CUT”, disse Valladares no depoimento. O ex-executivo da Odebrecht contou que foram feitos pagamentos, com a mesma finalidade, para um sindicato local de Rondônia. No vídeo, porém, não foi possível compreender o nome do sindicato citado pelo delator durante o depoimento.

Com informações Juliana Schincariol e Rodrigo Polito da  Valor Econômico.

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