Expresso AM
Facebook Instagram Twitter
Expresso AM
  • Início
  • Empregos & Dicas
  • Concursos
  • Educação
  • Economia
  • Política
  • Manaus
  • Mundo
  • Segurança
  • Entretenimento
  • Especial Publicitário
  • Início
  • Empregos & Dicas
  • Concursos
  • Educação
  • Economia
  • Política
  • Manaus
  • Mundo
  • Segurança
  • Entretenimento
  • Especial Publicitário
  • Início
  • Empregos & Dicas
  • Concursos
  • Educação
  • Economia
  • Política
  • Manaus
  • Mundo
  • Segurança
  • Entretenimento
  • Especial Publicitário
  • Início
  • Empregos & Dicas
  • Concursos
  • Educação
  • Economia
  • Política
  • Manaus
  • Mundo
  • Segurança
  • Entretenimento
  • Especial Publicitário
Home Política

Lewandowski nega reduzir número de testemunhas de defesa de Dilma

Expressoam Por Expressoam
7 de junho de 2016
no Política
0
491
AÇÕES
1.4k
VISUALIZAÇÕES
ADVERTISEMENT

São Paulo – Dilma Rousseffpresidente afastada,poderá apresentar até 48 testemunhas de defesa à comissão de impeachment no Senado. Na última  terça-feira (7), o presidente do STF (Supremo Tribunal Federal), ministro Ricardo Lewandoswki, negou recurso apresentado pelo senador Aloysio Nunes Ferreria (PSDB-SP) e pelo denunciante Miguel Reale Júnior, que pediam a redução do número de testemunhas.

Deve ser mantida , portanto, a decisão da semana passada do relator do colegiado, Antônio Anastásia (PMDB-MG). O senador entendeu que, como a edição de cinco decretos de edição de créditos suplementares e as chamadas “pedaladas fiscais” fazem parte da denúncia por crime de responsabilidade, a defesa tem direito a trazer até oito testemunhas para cada fato. Por isso, a defesa da petista teria direito a apontar 48 pessoas.

Aloysio e Reale,ainda assim, argumentaram que o impeachment se baseia em apenas dois fatos, as pedaladas fiscais e o conjunto dos decretos. Dessa forma, o número de testemunhas seria reduzido para 16.

“Fica expresso que a posição do Relator, aprovada pelo presidente da Comissão, garante maior amplitude ao direito fundamental da denunciada”, escreveu o presidente do STF, que também preside o processo de impeachment.

Também nesta terça, Lewandowski negou dois recursos protocolados pelo advogado de Dilma e ex-ministro José Eduardo Cardozo sobre a suspeição de Anastasia como relator da comissão. O afastamento do tucano da relatoria também foi negado pelo colegiado.

Posts Relacionados

Roberto Cidade destaca lei aprovada na Aleam que garante isenção de IPVA para PcDs no Amazonas

Ex-esposa acusa Silas Câmara de levar amante para passear com dinheiro público e da igreja

Senador Plínio Valério torra R$ 20 milhões em emendas Pix e vira campeão nacional de gastos

Cardozo padronizou ainda outros dois recursos na tarde desta segunda (6): um contra decisão da comissão de não permitir a juntada de documentação relativa à delação premiada do ex-Presidente da Transpetro, Sérgio Machado, o que inclui os áudios gravados por ele de conversas com o senador Romero Jucá (PMDB-RR) e o ex-presidente José Sarney, e sobre a negativa de concessão de apreciação prévia pela defesa dos requerimentos apreciados por Anastásia na semana passada.

Prazo para alegações finais

Na noite desta segunda (6), Lewandowski negou recurso protocolado na sexta (3) por Cardozo, que não concordava com o prazo de cinco dias para apresentação das alegações finais da defesa de Dilma na comissão.

Como horas antes o presidente da comissão, o senador Raimundo Lira (PMDB-PB), voltou atrás da decisão que diminuía o prazo, o presidente do Supremo entendeu que o recurso perdeu objeto.

Na semana passada, Lira havia acatado questão de ordem da senadora Simone Tebet (PMDB-MS) que reduzia o período previsto para a formulação das alegações finais da defesa de Dilma de 15 para 5 dias corridos. No entanto, após recurso da defesa, o senador restaurou o prazo, que é o mesmo da acusação.

No pedido enviado a Lewandowski, Cardozo pedia que o prazo para as alegações finais da defesa não fosse inferior a 20 dias.

Sessão

Na manhã desta quarta-feira (8), às 11h, a comissão se reúne para ouvir duas testemunhas arroladas pela acusação. Júlio Marcelo de Oliveira, procurador do Ministério Público junto ao TCU (Tribunal de Contas da União), e Antônio Carlos Costa D’ Ávila Carvalho, auditor fiscal do TCU.

O procurador Júlio Marcelo de Oliveira já foi ouvido pela comissão, durante a primeira fase do processo, em maio.

Outras três pessoas tiveram oitivas solicitadas pelos denunciantes, mas o pedido foi negado pelo relator na última quinta (2), em manifestação aprovada em reunião no mesmo dia.

Outras quatro testemunhas solicitadas pelos senadores que integram a comissão falarão ao colegiado na sessão.

São eles: Rogério Jesus Alves Oliveira, gerente de Operações de Créditos Agropecuários na Copec (Coordenação-Geral das Operações de Crédito do Tesouro Nacional); Adriano Pereira de Paula, coordenador-geral da Copec; Otávio Ladeira de Medeiros, secretário ajunto do Tesouro Nacional; e Jânio Carlos Endo Macedo, ex-diretor de Governo do Banco do Brasil.

[impulsosocial] [impulsosocial_popup]

Suspeito de m4t4r líder indígena Jair Miranha é preso no Pará após fuga do Amazonas

28 de janeiro de 2026

Vídeo mostra Alana chutando portão de vigilante no bairro Betânia dias antes de ser m0rt4

28 de janeiro de 2026
De acordo com a polícia, também foi informado que ela supostamente conhecia criminosos na região. Foto: Reprodução

Saiba quem era a jovem ass@ssinada com t1r0 na cabeça pelo vizinho na Betânia

28 de janeiro de 2026
Facebook Instagram Twitter

© 2023 – Expresso AM. Todos os direitos reservados.

Expresso AM

ESPECIAL PUBLICITÁRIO

Especial Publicitário

Ações de saúde ganham reforço com nova USF e a oferta de DIU gratuito para as mulheres

3 anos ago
Especial Publicitário

Matrículas 2023 para novos alunos

3 anos ago
Especial Publicitário

O trabalho não vai parar

3 anos ago
Especial Publicitário

Manaus terá Réveillon Sustentável para brindar a chegada de 2023

3 anos ago