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Home Mundo

Governo Temer monitora política nas redes sociais

Expressoam Por Expressoam
11 de abril de 2017
no Mundo, Política
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São Paulo –  O governo não lê cada post de “fora, Temer”, mas tudo que envolve política em ambientes públicos das redes sociais é monitorado, categorizado e relatado ao Planalto.

Uma agência publicitária de São Paulo, a Isobar Brasil (antiga Agência Click), é responsável por esse serviço de “big data” (processamento de grande volume de dados) desde 2015.

A empresa monitora a internet em busca de focos de manifestações, identificando quem são os influenciadores nas redes e as principais demandas políticas. As informações são enviadas a órgãos públicos, inclusive agentes de segurança.

O monitoramento em redes sociais para órgãos públicos foi proibido pelos termos de uso do Facebook após a consultoria Geofeedia, nos EUA, ter sido acusada de colaborar com a polícia na supervisão do movimento Black Lives Matter (contra violência policial), em outubro de 2016.

No Brasil, o Marco Civil da internet, de 2014, determina que dados pessoais, como postagens e informações públicas do perfil, não podem ser usados por terceiros sem “consentimento livre, expresso e informado” dos usuários.

“Se o Facebook proibiu o uso dos dados para vigilância, é porque ele está dizendo que não faz parte do consentimento dos usuários que as informações postadas ali sejam usadas para policiamento”, afirma Jacqueline Abreu, advogada pesquisadora do Internet Lab.

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Não se trata de crime ou infração, segundo ela. “Como as informações são abertas, enquadrar como ilegal é muito difícil. É uma questão de transparência, não sabemos que tipo de inferência é feita a partir dos dados”, diz.

A Isobar recebeu R$ 13,8 milhões do governo em 2015 por serviços de comunicação digital. Destes, R$ 113 mil se destinaram a “monitoramento on-line”, conforme o contrato assinado com a Secretaria de Comunicação. Em 2016, a empresa recebeu R$ 17,6 milhões, o quinto maior pagamento feito pelo órgão.

Procurada, a Secom afirmou apenas que a Isobar presta serviços de “comunicação digital, o que inclui o monitoramento de redes”. A empresa não dá entrevistas.

O governo federal também usa “big data” como instrumento de gestão interna, por meio dos serviços da estatal Serpro, que cruza bancos da Receita e ministérios do Planejamento e Justiça.

“Trabalhamos com base em informações sigilosas, como dados financeiros dos cidadãos”, diz Glória Guimarães, diretora-presidente do Serpro. “Analisamos multas de trânsito e dados do Bolsa Família, por exemplo, para formular políticas públicas.”

Para Bruno Bioni, assessor jurídico do NIC.br (Núcleo de Informação e Coordenação do Ponto BR), “uma proposta seria que o governo publicasse estatísticas relativas às atividades de monitoramento, para escrutínio público”.

Marco Aurélio Florêncio Filho, professor de direito penal do Mackenzie, diz que o uso de redes sociais pelas autoridades é esperado. “Quando a PF usa dados do Facebook, é lícito, porque é parte da atividade de investigação. Se o perfil é público, qualquer um pode ter acesso.”

Natália Portinari / Folhapress

Comments 1

  1. Robson says:
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