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Home Brasil

Fazendeiro se nega a pagar comissão de R$ 8 milhões e manda matar corretor de imóveis

Colaboração para o Expresso AM, em Manaus Por Colaboração para o Expresso AM, em Manaus
1 de julho de 2022
no Brasil, Tá na Rede
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A vítima (da esquerda) foi estrangulada e carbonizado a mando de fazendeiro (da direita). Foto: Reprodução

A vítima (da esquerda) foi estrangulada e carbonizado a mando de fazendeiro (da direita). Foto: Reprodução

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RIO VERDE (GO) – A Polícia Civil prendeu o fazendeiro Renato de Souza, de 55 anos, suspeito de mandar matar o corretor de imóveis rurais Wellington Freitas, de 67, que foi encontrado com o corpo carbonizado próximo da fazenda do homem, em Rio Verde, Goiás. O motivo seria uma comissão de R$ 8 milhões que ele teria que pagar para a vítima.

De acordo com a polícia, Renato planejou o crime após o corretor conseguir vender uma fazenda dele por R$ 300 milhões. Wellington receberia R$ 8 milhões pela venda, mas o suspeito não queria pagar e contratou três homens para cometerem o crime. Eles também foram presos.

“Ele vende uma fazenda do mandante por um valor muito alto, R$ 300 milhões. Isso acarreta a comissão de um valor alto. Inicialmente, o negócio era de R$ 20 milhões, mas baixou para R$ 8 milhões em comissão”, explicou o delegado Adelson Candeo, responsável pelo caso.

À polícia, segundo o delegado, um dos executores confessou ter matado o corretor. Ele foi estrangulado com uma corda no dia 20 de junho. Logo após, o corpo foi queimado e abandonado perto de uma fazenda.

Segundo Candeo, Rogério Oliveira admitiu ter matado o corretor de imóveis estrangulado com uma corda dentro do próprio carro da vítima, em 20 de junho deste ano.

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O corpo foi queimado e abandonado perto de uma fazenda que o corretor havia comprado a pouco tempo.

O delegado Adelson contou que o corretor não tinha recebido ameaças recentemente, mas fazia transações bancárias de valores altos. Nas últimas semanas, ele comprou uma fazenda e um avião.

Tags: comissãofazendeiroR$ 8 milhões
Diferente do confirmado anteriormente, a polícia negou que a vítima levou facadas. Foto: Reprodução

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