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Home Política

Ex-primeira dama do Amazonas é investigada pelo órgão de inteligência do Ministério da Fazenda, diz jornal

Expressoam Por Expressoam
16 de outubro de 2016
no Política
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Brasília – Uma empresa sem funcionários, cujo endereço se confunde com o de uma escola, chamou a atenção do Coaf (órgão de inteligência do Ministério da Fazenda).As informações são do jornal Folha de São Paulo.

A firma é registrada em nome de Nejmi Aziz, mulher do ex-governador do Amazonas, senador Omar Aziz (PSD), e de seus filhos. Em 2014, a ENE Empreendimentos e Participações recebeu depósito de R$ 4,9 milhões, movimentação considerada “atípica” pelo órgão. Segundo relatório do Coaf encaminhado à Polícia Federal, a empresa indicou como origem dos recursos a venda de imóveis. Porém, surgiram dúvidas sobre as operações, que seriam “incompatíveis com o ramo de atividade”.

Segundo o relatório, a ENE possuía como procurador um servidor público lotado, pelo menos até 2014, na Secretaria de Governo da Prefeitura de Manaus, onde receberia salário de R$ 13 mil brutos. Embora tivesse como endereço de residência um conjunto de apartamentos “para pessoas carentes financiado pelo governo estadual”, o servidor movimentou R$ 5,9 milhões entre saques e depósitos somente em 2013. O mesmo servidor atuou como “interveniente” da maior transação da ENE. Em fevereiro de 2014, a companhia recebeu R$ 4,9 milhões da empresa Civilcorp Incorporações, que na época tinha como sócio Albano Máximo Neto.

Ele chegou a ser investigado por fraude na desapropriação de um terreno adquirido por outra empresa sua propriedade por R$ 400 mil e vendido meses depois por R$ 13 milhões, mas foi absolvido.

OUTRO LADO

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Contatada na quinta (13), a assessoria de Omar Aziz afirmou que não conseguiu localizar o parlamentar e sua mulher até o início da noite de sexta (14).

O sócio que permanece no controle da Civilcorp, Adriano Pereira, afirma que o depósito de R$ 4,9 milhões efetuado na conta da ENE foi “uma transação imobiliária” pela qual a empresa adquiriu um terreno da ENE. “É uma transação lícita, tranquila”, diz. O empresário Albano Máximo Neto não foi localizado pela reportagem.

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