MANAUS – A morte do borracheiro Fabrício Silva Brandão, de 32 anos, ganhou uma versão importante agora de manhã. A ameaça de um agiota, segundo a esposa, Raquel Castro, que chorava no local do crime ocorrido, nesta sexta-feira (19), na rua Belo Horizonte, bairro Aleixo, Zona Centro-Sul.
Ela disse que ouviu os tiros depois da meia noite, mas só foi ver o que era por volta das 6h, quando já achou ele morto. “Meu marido era gente boa, quero justiça”.
O terreno onde ficava a borracharia está em disputa judicial, e também pode ter sido a causa da execução. Ninguém foi preso até o momento.
“Não sei se foi ameaça porque esse terreno estava na justiça. Ele estava devendo agiota e discutiu ontem. Meu marido é trabalhador não mexia com ninguém. Eu só quero justiça. A gente mora aqui há mais de 8 anos“, disse.
A DEHS não comentou as apurações do caso.
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