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Home Polícia

Empregada doméstica é estuprada e morta asfixiada por colega de trabalho

Expressoam Por Expressoam
5 de agosto de 2020
no Polícia
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Foto: Reprodução

Foto: Reprodução

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Rio de Janeiro| Morta no último dia 30, após passar por exames no Instituto Médico Legal (IML), os laudos revelaram que a empregada doméstica, Gilmara de Almeida da Silva, 45 anos, foi além de morta asfixiada, foi vítima de um abuso sexual. De acordo com a delegada responsável pelo caso, a vítima tinha escoriações nas pernas e no braço, e vestígios de sêmen foram detectados no corpo da vítima.

O principal suspeito do crime é o enfermeiro que trabalhava na mesma casa em que Gilmara atuava. Ele foi contratado para cuidar dos patrões da vítima, um casal de idosos. Cláudio André Silva Antônio foi preso na noite dessa segunda-feira (3).

“Minha mãe relatava que só tinha desavenças. Ele atrapalhava o serviço dela e maltratava a idosa. No entanto, nunca agrediu minha mãe. Ela não se sentia ameaçada, porque nunca foi algo tão grave. Não sei o que o levou a matar minha mãe”, disse uma das filhas de Gilmara, Milena de Almeida, 20 anos.

A polícia trabalha com a hipótese de que outra pessoa tenha participado do ato.

Momentos antes do crime, a vítima havia falado ao telefone com a irmã mais velha. Ela conta que Gilmara havia tirado fotos da perna da patroa, porque o cuidador a estava maltratando”. Poucas horas depois, a irmã, Maria, recebeu um telefonema dos filhos dos patrões avisando que Gilmara havia caído e batido a cabeça no chão.

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“Foi o próprio cuidador e os filhos dos patrões que a levaram para o hospital. Segundo eles, para a família, o Corpo de Bombeiros foi acionado para socorrer a minha irmã. No entanto, teria demorado muito e eles resolveram socorrer. No entanto, era mentira. Os investigadores falaram para a gente que não houve pedido de socorro feito aos bombeiros”, relatou.

Tags: #abusosexual#asfixiada#iml

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