Expresso AM
Facebook Instagram Twitter
Expresso AM
  • Início
  • Empregos & Dicas
  • Concursos
  • Educação
  • Economia
  • Política
  • Manaus
  • Mundo
  • Segurança
  • Entretenimento
  • Especial Publicitário
  • Início
  • Empregos & Dicas
  • Concursos
  • Educação
  • Economia
  • Política
  • Manaus
  • Mundo
  • Segurança
  • Entretenimento
  • Especial Publicitário
  • Início
  • Empregos & Dicas
  • Concursos
  • Educação
  • Economia
  • Política
  • Manaus
  • Mundo
  • Segurança
  • Entretenimento
  • Especial Publicitário
  • Início
  • Empregos & Dicas
  • Concursos
  • Educação
  • Economia
  • Política
  • Manaus
  • Mundo
  • Segurança
  • Entretenimento
  • Especial Publicitário
Home Política

Em meio à crise, Temer libera R$ 30,2 bilhões para garantir apoio à reforma da Previdência

Expressoam Por Expressoam
7 de dezembro de 2017
no Política
0
491
AÇÕES
1.4k
VISUALIZAÇÕES
ADVERTISEMENT

Brasília – No dia em que o Congresso Nacional fez andar medidas que somam R$ 30,2 bilhões em “benesses” a diferentes setores, o governo tratou de passar o recado de que ainda há mais dinheiro que pode ser liberado até 31 de dezembro para facilitar a aprovação da reforma da Previdência. A mensagem foi transmitida pelo líder do governo no Senado, Romero Jucá (PMDB-RR), durante jantar, na noite desta segunda-feira, 6, no Palácio do Alvorada, com o presidente Michel Temer, ministros e aliados, segundo apurou o Broadcast.

Jucá fez um dos discursos mais incisivos da noite e disse que, para os aliados do governo não serem mais chamados de “golpistas” por causa do impeachment da ex-presidente Dilma Rousseff, é preciso “salvar o Brasil”. A reforma da Previdência é citada pelos governistas como uma agenda necessária para manter o crescimento do País e a queda dos juros e da inflação.

O governo encomendou estudos à equipe econômica para verificar o que é possível remanejar do Orçamento de 2018 para atender às demandas dos parlamentares em troca dos votos. Há o desafio de fazer tudo caber dentro do teto de gastos. A fala de Jucá, porém, indica que o governo trabalha também com o Orçamento deste ano, para além dos R$ 2 bilhões já prometidos aos prefeitos. Segundo relatos, o líder do governo no Senado sinalizou que todos os recursos disponíveis em 2017 serão empenhados.

Apesar do esforço do governo em atender à sua base aliada, integrantes de alguns partidos disseram que não está na hora de votar a reforma da Previdência – entre eles o líder do PSD na Câmara, Marcos Montes (MG), o ministro Gilberto Kassab (Comunicações), que é presidente licenciado do PSD, e o presidente do PP, senador Ciro Nogueira (PI). Outros defenderam que a votação fique para a última semana do ano legislativo, entre 18 e 22 de dezembro.

A avaliação dos presentes é que ainda não há condições de votar a proposta na semana que vem, como desejam o governo e o próprio relator da reforma, deputado Arthur Oliveira Maia (PPS-BA). Na saída do jantar, o vice-líder do governo na Câmara, Beto Mansur (PRB-SP), admitiu a possibilidade de a votação ser postergada para a última semana de atividade no Legislativo.

Posts Relacionados

Marcadores inflamatórios de Bolsonaro sobem e médicos aumentam dose de remédios

Roberto Cidade destaca importância da valorização das mulheres durante encerramento da Semana da Mulher, na Aleam

Omar Aziz reforça compromisso com a ciência e a pesquisa em visita à Fiocruz em Manaus

Segundo apurou o Broadcast, o presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), reconheceu que o governo ainda não tem os 308 votos necessários, mas disse que é preciso vencer as dificuldades criadas com as duas denúncias contra Temer. As acusações foram barradas pela Câmara, mas levaram a um desgaste político. Maia se referiu ao “nó que o Janot nos criou” e ao “teto de votos” que acabou se impondo após a atuação do ex-procurador-geral da República Rodrigo Janot, autor das denúncias.

Eleições

Diante do temor dos aliados de que um voto favorável à reforma da Previdência acabe prejudicando suas campanhas eleitorais em 2018, o presidente Michel Temer adotou um discurso duro. Ele advertiu os governistas de que, se a reforma não for votada, a cobrança pode se virar contra eles durante a corrida eleitoral por “manterem privilégios”, principalmente de servidores públicos.

O deputado Celso Russomanno (PRB-SP), que lidera pesquisas de intenção de voto para o governo de São Paulo, concordou com Temer durante o encontro, segundo relatos. O parlamentar paulista reforçou o alerta de que será necessário responder “por que não foi votada” a reforma da Previdência, caso não haja de fato outra saída senão adiá-la.

A reunião contou com a presença de 18 ministros (inclusive da área econômica), 16 deputados (incluindo líderes de partidos), além de Maia e do secretário de Previdência do Ministério da Fazenda, Marcelo Caetano. Também participaram sete presidentes de partidos, entre eles o do PSDB, Alberto Goldman. Após as conversas, foi servido jantar aos presentes.

Com informações Estadão Conteúdo / Foto: Ueslei Marcelino / Reuters

Vídeo: vi0lentos, bandid0s cometem assalt0 no Centro de Manaus: ‘rápido, car#alho’

15 de março de 2026

Agentes do Ibama são alvo de tir0s em ação contra exploração ilegal de madeira no Amazonas

15 de março de 2026

Vídeo mostra PM encontrando c0rpo da esposa m0rta pelo marido :’passou por cima dela’

15 de março de 2026
Facebook Instagram Twitter

© 2023 – Expresso AM. Todos os direitos reservados.

Expresso AM

ESPECIAL PUBLICITÁRIO

Especial Publicitário

Ações de saúde ganham reforço com nova USF e a oferta de DIU gratuito para as mulheres

3 anos ago
Especial Publicitário

Matrículas 2023 para novos alunos

3 anos ago
Especial Publicitário

O trabalho não vai parar

3 anos ago
Especial Publicitário

Manaus terá Réveillon Sustentável para brindar a chegada de 2023

3 anos ago