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Home Manaus

Em Manaus, durante audiência PM é acusado de apontar arma para juíza

Expressoam Por Expressoam
9 de maio de 2016
no Manaus
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Manaus – Nesta segunda dia (09)em Manaus, durante uma audiência o policial militar que  fazia a escolta de presos e usava celular em momento não propicio  foi advertido pela juíza Margareth Rose Cruz Hoagem, da 4ª Vara Criminal, a  não utilizar o aparelho no local.

O soldado PM Marcos Assis é acusado de ter ameaçado a juíza Margareth Rose Cruz Hoagen, da 4ª vara criminal, durante audiência na tarde desta segunda-feira (09/05), no Fórum Ministro Henock Reis, no bairro Aleixo.

O PM fazia a escolta de três presos. A juíza advertiu o soldado pela primeira vez porque ao pedir que ele retirasse as algemas de um dos presos, ele estava usando o celular. Logo depois, durante a audiência, o soldado voltou a fazer uso do aparelho e foi novamente advertido pela juíza. De acordo com testemunhas ao ser advertido, o PM começou a gritar, destravou  e apontou a arma em direção a magistrada.

Segundo o Presidente da Associação dos Magistrados do Amazonas

 “É um absurdo o que aconteceu dentro da sala de audiência”, disse o presidente da Amazon, Cássio Borges, que ainda reafirmou que a atitude do policial foi “criminosa”.

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 Nota da Amazon

A Associação  dos Magistrados  do Amazonas (Amazon) manifestou-se,  na tarde desta segunda-feira,  sobre a agressão  sofrida pela  juíza Margareth Rose Cruz Hoagen da 4ª vara criminal,  quando ao chamar atenção de um Policial Militar,   que fazia a escolta dos presos dentro da sala de audiência porque ele estava usando o celular na sala, o mesmo começou a gritar e a seguir destravou a arma e ficou com a mão segurando a mesma.

O juiz Cássio  André  Borges dos Santos,  presidente da Amazon,  afirmou que a entidade prestará todo apoio à  magistrada. “É  um absurdo o que aconteceu dentro da sala de audiência.  Não podemos ou admitiremos que situações  como essa aconteçam,  pois elas atingem a dignidade da profissão.

A juíza Margareth Rose Cruz Hoagen tem nossa solidariedade e apoio”,  enfatizou. Ainda segundo Cássio Borges,  a conduta do Policial Militar foi  criminosa.  “Exigimos investigação e punição ao PM, pois consideramos o ato um ataque ao Estado democrático de Direito”, finalizou.

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