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    Categories: Justiça

Defesa de Daniel Alves afirma que não houve estupro porque vítima estava ‘lubrificada’

Foto: Ulises Ruiz/AFP

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BARCELONA (ES) – Depois de negar, voltar atras e tentar justificar o injustificável, a defesa do jogador Daniel Alves afirmou à Justiça espanhola que não houve estupro e que o brasileiro teria tido uma relação sexual consensual com a jovem que o acuso de abuso sexual.

O advogado Cristóbal Martell usou como álibi um relatório médico do Hospital Clínic, onde a jovem foi atendida. Nos documentos, médicos apontam que não foram identificadas lesões vaginais típicas de relações sexuais secas ou compatíveis com sexo a força. Em outras palavras, segundo o advogado, a vítima estaria lubrificada.

“A presença de muco lubrificante na vagina não quer dizer que ela estava excitada na hora da relação sexual”, afirma ginecologista e médica do grupo de cirurgia oncológica da Beneficência Portuguesa, em São Paulo, Marianne Pinotti, ouvido pelo Globo.

“Os hormônios femininos, estrógeno e progesterona, induzem a produção de secreção tanto do colo do útero quanto das glândulas vaginais e vulvares”, explica.

Foto: Ulises Ruiz/AFP

Colaboração para o Expresso AM, em Manaus:

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