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Home Governo

Com recorde de internações por Covid-19 em Manaus, rede pública responde melhor que particular

Expressoam Por Expressoam
4 de janeiro de 2021
no Governo
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FOTOS: Diego Peres/Secom e Divulgação/SES-AM

FOTOS: Diego Peres/Secom e Divulgação/SES-AM

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MANAUS – AM | O número de internações diárias por Covid-19 nos hospitais de Manaus já é o maior, desde o início da pandemia. Conforme o Boletim Diário de Covid-19 divulgado neste domingo (03/01) pela Fundação de Vigilância em Saúde (FVS-AM), 159 pessoas foram hospitalizadas nas últimas 24 horas. É o recorde de internação em um dia, superando os picos do final de abril e início de maio, quando chegaram a ocorrer 105 internações em um dia.

Atualmente, 1.338 pacientes confirmados ou com suspeita de Covid-19 aguardando resultado de exame estão internados nos hospitais de Manaus, dos quais 810 (60,5%) na rede pública de saúde e 528 (39,5%) em hospitais privados.

Mesmo sob a pressão dos atendimentos por causas externas, que voltaram a crescer com o fim das medidas restritivas, a rede pública melhorou sua capacidade de resposta.

O secretário de Estado de Saúde, Marcellus Campêlo, observa que no primeiro pico da pandemia a cidade estava em quarentena, o que ajudou a reduzir as internações por causas externas, como os acidentes de trânsito e a violência.

“Agora, estamos atendendo Covid-19 e outras causas ao mesmo tempo. Ainda estamos realizando cirurgias eletivas e fazendo os movimentos necessários para otimização desse atendimento. Os prontos-socorros e hospitais, que estão atendendo as duas situações, estão adotando fluxos de segregação, inclusive com profissionais específicos para atendimento Covid-19, em alas também exclusivas”, explicou.

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Segundo ele, o Estado se antecipou ao recrudescimento do novo coronavírus e organizou a rede para o momento. “Estamos no movimento contínuo de reorganização da rede para abrir leitos Covid-19. Mas esperamos que a população também nos ajude evitando aglomeração, usando máscara ao sair e mantendo os outros cuidados, como a lavagem das mãos e o uso de álcool gel”.

Ainda em outubro, já prevendo o agravamento por conta das movimentações do período eleitoral, do recrudescimento da pandemia no mundo e a antecipação da estação das chuvas que coincide com o período sazonal das Síndromes Respiratórias Agudas Graves (SRAGs) no Amazonas, a Secretaria de Estado de Saúde (SES-AM) anunciou um Plano de Contingência para o aumento gradativo de leitos Covid-19 na rede pública, conforme o avançar do vírus.

Em dois meses, foram abertos 581 leitos exclusivos Covid-19 na rede pública, saindo de 457 para os atuais 1.038, um acréscimo de 127,5%. Desses, 409 foram implantados nos últimos dez dias.

O plano vem contando com apoio do Governo Federal, que já enviou, nos últimos dois meses, 150 respiradores e 80 monitores. Soma-se a isso ainda a consultoria do Hospital Sírio-Libanês na condução do programa “Lean nas Emergências”, que reorganizou todo o fluxo de atendimento, otimizando os leitos, de modo a evitar superlotação.

Paralelamente à operacionalização do Plano de Contingência, o Governo iniciou no final de outubro um movimento para esvaziar os prontos-socorros da capital, que são a porta de entrada para a Covid-19, a partir da realização de cirurgias ortopédicas no período noturno. Em um mês, foram feitas 250 cirurgias no horário extra, e os pacientes receberam alta. Também foram abertos leitos de retaguarda em hospitais gerais e conveniados para pacientes de outras causas.

Atualmente, 1.338 pacientes confirmados ou com suspeita de Covid-19 aguardando resultado de exame estão internados nos hospitais de Manaus, dos quais 810 (60,5%) na rede pública de saúde e 528 (39,5%) em hospitais privados.

Mesmo sob a pressão dos atendimentos por causas externas, que voltaram a crescer com o fim das medidas restritivas, a rede pública melhorou sua capacidade de resposta.

O secretário de Estado de Saúde, Marcellus Campêlo, observa que no primeiro pico da pandemia a cidade estava em quarentena, o que ajudou a reduzir as internações por causas externas, como os acidentes de trânsito e a violência.

“Agora, estamos atendendo Covid-19 e outras causas ao mesmo tempo. Ainda estamos realizando cirurgias eletivas e fazendo os movimentos necessários para otimização desse atendimento. Os prontos-socorros e hospitais, que estão atendendo as duas situações, estão adotando fluxos de segregação, inclusive com profissionais específicos para atendimento Covid-19, em alas também exclusivas”, explicou.

Segundo ele, o Estado se antecipou ao recrudescimento do novo coronavírus e organizou a rede para o momento. “Estamos no movimento contínuo de reorganização da rede para abrir leitos Covid-19. Mas esperamos que a população também nos ajude evitando aglomeração, usando máscara ao sair e mantendo os outros cuidados, como a lavagem das mãos e o uso de álcool gel”.

Ainda em outubro, já prevendo o agravamento por conta das movimentações do período eleitoral, do recrudescimento da pandemia no mundo e a antecipação da estação das chuvas que coincide com o período sazonal das Síndromes Respiratórias Agudas Graves (SRAGs) no Amazonas, a Secretaria de Estado de Saúde (SES-AM) anunciou um Plano de Contingência para o aumento gradativo de leitos Covid-19 na rede pública, conforme o avançar do vírus.

Em dois meses, foram abertos 581 leitos exclusivos Covid-19 na rede pública, saindo de 457 para os atuais 1.038, um acréscimo de 127,5%. Desses, 409 foram implantados nos últimos dez dias.

O plano vem contando com apoio do Governo Federal, que já enviou, nos últimos dois meses, 150 respiradores e 80 monitores. Soma-se a isso ainda a consultoria do Hospital Sírio-Libanês na condução do programa “Lean nas Emergências”, que reorganizou todo o fluxo de atendimento, otimizando os leitos, de modo a evitar superlotação.

Paralelamente à operacionalização do Plano de Contingência, o Governo iniciou no final de outubro um movimento para esvaziar os prontos-socorros da capital, que são a porta de entrada para a Covid-19, a partir da realização de cirurgias ortopédicas no período noturno. Em um mês, foram feitas 250 cirurgias no horário extra, e os pacientes receberam alta. Também foram abertos leitos de retaguarda em hospitais gerais e conveniados para pacientes de outras causas.

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