Expresso AM
Facebook Instagram Twitter
Expresso AM
  • Início
  • Empregos & Dicas
  • Concursos
  • Educação
  • Economia
  • Política
  • Manaus
  • Mundo
  • Segurança
  • Entretenimento
  • Especial Publicitário
  • Início
  • Empregos & Dicas
  • Concursos
  • Educação
  • Economia
  • Política
  • Manaus
  • Mundo
  • Segurança
  • Entretenimento
  • Especial Publicitário
  • Início
  • Empregos & Dicas
  • Concursos
  • Educação
  • Economia
  • Política
  • Manaus
  • Mundo
  • Segurança
  • Entretenimento
  • Especial Publicitário
  • Início
  • Empregos & Dicas
  • Concursos
  • Educação
  • Economia
  • Política
  • Manaus
  • Mundo
  • Segurança
  • Entretenimento
  • Especial Publicitário
Home Meio Ambiente

Fundo do mar é mais desconhecido que solo lunar, dizem especialistas

Expressoam Por Expressoam
10 de junho de 2016
no Meio Ambiente
0
Fundo do mar é mais desconhecido que solo lunar, dizem especialistas
492
AÇÕES
1.4k
VISUALIZAÇÕES
ADVERTISEMENT

São Paulo –  Ao contrário da superfície lunar, o relevo do fundo do mar continua sendo pouco conhecido, criticaram especialistas internacionais neste 8 de junho, Dia Mundial dos Oceanos.

“É muito lamentável que no dia de hoje não se saiba exatamente como é o fundo do mar”, criticou Françoise Gaill, pesquisadora francesa e membro da plataforma Oceano e Clima, uma aliança entre ONGs e cientistas.

Atualmente conhece-se menos de 10% do relevo dos fundos marinhos além dos 200 metros de profundidade, segundo a Organização Nacional Francesa de Hidrografia (OHI). Cerca de dois terços da superfície do planeta são cobertos por água.

“Não há razão para que se conheça melhor a Lua que o fundo dos oceanos”, afirmou Françoise Gaill. “Adquirir estes conhecimentos é caro, mas tudo é questão de prioridades”, acrescentou, indicando que o tema está neste ano no primeiro plano do Dia Mundial dos Oceanos, organizado por sua plataforma e a Unesco.

Segundo um estudo americano de 2001, seria possível mapear a totalidade do fundo do mar além dos 500 metros de profundidade com um único navio oceanográfico trabalhando durante 200 anos.

Posts Relacionados

VÍDEO: Incêndio atinge área de mata na AM-070

Reportagem mostra como combate a crimes na Amazônia está interligado com a necessidade de preservar

Manaus com prejuízos após chuva e até tromba d’água no rio assusta moradores; veja vídeo

“Com 40 embarcações, levaria 5 anos”, disse Walter Smith, geofísico da Agência Americana Oceânica e Atmosférica (NOAA), ao estimar o custo da operação entre 2 e 3 bilhões de dólares.

“Pode parecer muito, mas é menos do que a Nasa prevê gastar em sua futura missão de exploração de Europa, a misteriosa lua de Júpiter”, afirmou o cientista.

Tarde demais

“Temos uma ideia do fundo do mar graças aos satélites, mas não é muito precisa”, afirmou Thierry Schmitt, especialista em batimetria da Marinha francesa. “Só a aquisição de dados marinhos através de sondas acústicas permite dispor de uma maior precisão. Mas se tratam de técnicas geralmente lentas”, avaliou o pesquisador.

Consequência: as caixas-pretas do voo Air France AF447 desaparecido em 1º de junho de 2009 foram, por exemplo, recuperadas após 23 dias a 3.900 metros de profundidade em uma zona particularmente caótica do Oceano Atlântico.

Quando alguém cai no mar, uma embarcação está em risco ou um avião cai no oceano, deve-se poder estimar os movimentos das correntes. No entanto, é difícil estabelecer modelos das mesmas em zonas em que o relevo marinho é pouco conhecido, explicou Walter Smith. “Esperar que um avião caia para mapear uma zona é tarde demais”, reforçou.

Um melhor conhecimento dos fundos marinhos permitiria, ainda, saber mais sobre os recursos marinhos disponíveis antes de sua exploração ou preservação, a origem dos deslizamentos de terreno submarinos e as ondas provocadas por tsunamis e furacões.

As disparidades no conhecimento sobre fundos marinhos são relevantes em todo o mundo. Mais de 95% das zonas de 0 a 200 metros de profundidade no sudoeste do Pacífico e as regiões polares são ignoradas por completo, contra 30% das do Reino Unido ou 40% dos Estados Unidos, segundo dados de 2013 do OHI.

O organismo alertou, ainda, para uma redução em 25 anos de 35% dos meios náuticos dos países costeiros para desenvolver campanhas de dados batimétricos.

“As prioridades orçamentárias nacionais se concentram em outras áreas fora dos meios navais e infraestruturas de investigação”, lamentou Yves Guillam, do secretariado da OHI, antes de observar que os benefícios econômicos e ambientais destas políticas só se concretizam no longo prazo.

[impulsosocial] [impulsosocial_popup]

Jovem é m0rt0 a tir0s ao voltar para casa após partida de futebol em Manaus

Jovem é m0rt0 a tir0s ao voltar para casa após partida de futebol em Manaus

21 de setembro de 2026
“Ninguém fica pra trás!”: Em Rio Preto da Eva, Capitão Alberto Neto reúne lideranças e reafirma compromisso com o interior do Amazonas

“Ninguém fica pra trás!”: Em Rio Preto da Eva, Capitão Alberto Neto reúne lideranças e reafirma compromisso com o interior do Amazonas

21 de setembro de 2026
Helicóptero com Rick, da dupla com Renner, some na Serra de SC

Helicóptero com Rick, da dupla com Renner, some na Serra de SC

21 de setembro de 2026
Facebook Instagram Twitter

© 2023 – Expresso AM. Todos os direitos reservados.

Expresso AM
Sem Resultado
Ver todos os resultados
  • Politics
  • News
  • Business

© 2026 JNews - Premium WordPress news & magazine theme by Jegtheme.

ESPECIAL PUBLICITÁRIO

Ações de saúde ganham reforço com nova USF e a oferta de DIU gratuito para as mulheres
Especial Publicitário

Ações de saúde ganham reforço com nova USF e a oferta de DIU gratuito para as mulheres

4 anos ago
Matrículas 2023 para novos alunos
Especial Publicitário

Matrículas 2023 para novos alunos

4 anos ago
O trabalho não vai parar
Especial Publicitário

O trabalho não vai parar

4 anos ago
Manaus terá Réveillon Sustentável para brindar a chegada de 2023
Especial Publicitário

Manaus terá Réveillon Sustentável para brindar a chegada de 2023

4 anos ago