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Home Amazonas

Vídeo: Presidente da Flor Matizada qu3bra troféu em protest0 após derrota em festival em Manacapuru

Redação Por Redação
1 de setembro de 2025
no Amazonas
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Alexandre Queiroz não aceitou o resultado. Foto: Reprodução

Alexandre Queiroz não aceitou o resultado. Foto: Reprodução

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MANACAPURU (AM) – Em uma cena de insatisfação que viralizou nas redes sociais, o presidente da Ciranda Flor Matizada, Alexandre Queiroz, quebrou o troféu da associação após a disputa do 27º Festival de Cirandas de Manacapuru, realizado no último final de semana. A campeã deste ano foi a Ciranda Tradicional, que obteve 279,7 pontos e garantiu o título.

De acordo com relatos de testemunhas, o dirigente não teria aceitado o resultado da competição e, em um acesso de fúria, partiu o troféu na sala VIP do Parque do Ingá, conhecido como Cirandódromo. A atitude foi considerada agressiva e desrespeitosa por dirigentes, brincantes e torcedores presentes no local.

Nas redes sociais, longe de demonstrar arrependimento, Alexandre alimentou a polêmica. Em publicação, escreveu: “Ainda fiz foi pouco”, sugerindo que sua reação poderia ter sido ainda mais contundente. A organização do evento ainda não se manifestou oficialmente sobre o ocorrido.

https://www.expressoam.com/wp-content/uploads/2025/09/Presidente-quebra-trofeu.mp4

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Tags: #cirandaderrotafestivalflor matizadamanacapururesultado
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Mulheres maiores de 18 anos poderão adquirir e portar spray de pimenta para fins de defesa pessoal em todo o território nacional. A medida está prevista na Lei nº 15.474, sancionada pela Presidência da República e publicada nesta quinta-feira (24), no Diário Oficial da União.  
A norma autoriza a comercialização, a aquisição e a posse desses dispositivos por mulheres adultas, desde que os produtos sejam aprovados pelos órgãos competentes.
O objetivo é permitir que o equipamento seja usado para conter temporariamente um agressor em situações de ameaça à integridade física ou sexual.
Pela lei, será considerado aerossol de extratos vegetais o dispositivo portátil de menor potencial ofensivo que utilize spray de pimenta à base de oleorresina de capsicum ou outros extratos vegetais autorizados.
As especificações técnicas, a capacidade dos recipientes, a concentração das substâncias e os padrões de segurança serão definidos posteriormente em regulamentação do Poder Executivo.
Na sanção da lei, foi vetado o trecho do projeto que autorizava o uso da substância às mulheres maiores de 16 (dezesseis) e menores de 18 (dezoito) anos, mediante autorização expressa de seu responsável legal.
Assim, para comprar o produto, será preciso comprovar ter pelo menos 18 anos, apresentar documento oficial com foto e comprovante de residência fixa, além de declarar não possuir condenação por crime doloso cometido com violência ou grave ameaça.
Os estabelecimentos autorizados a vender o equipamento deverão manter registros das vendas por cinco anos, observando as regras da Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD).
Também terão de fornecer orientações básicas sobre o uso correto do dispositivo e registrar as informações da compradora em um banco de dados a ser criado pelo governo federal.
A norma determina ainda que o spray será de uso individual e intransferível e não poderá conter substâncias letais ou de toxicidade permanente.
O uso do aerossol será considerado lícito apenas em situações de legítima defesa, para repelir agressão injusta, atual ou iminente, conforme previsto no Código Penal. A lei estabelece que a utilização deve ser proporcional à ameaça e interrompida assim que o risco for neutralizado.
Segundo a lei, a implementação do programa ocorrerá de forma gradual, conforme regulamentação posterior do governo. Foto: Reprodução/Internet

Autorizado: Mulheres podem comprar e usar spray de pimenta para defesa pessoal

24 de julho de 2026
A criança que a acompanhava, embora sem ferimentos aparentes, ficou profundamente assustada. Foto: Reprodução

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